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Está no ar o terceiro episódio do IBICTCAST, o podcast do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

O convidado da edição é o pesquisador e coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict, Tiago Braga, graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Católica de Minas Gerais, mestre em Educação Tecnológica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília.

Durante o bate-papo, o coordenador fala sobre a proposta do Ibict para visualização de dados e informações, implementada por meio da plataforma Visão - o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações - desenvolvido em código aberto pela instituição e mantido por toda a comunidade. Seu objetivo é mapear e disponibilizar, por meio de um mapa interativo, informações oficiais produzidas por instituições públicas.

Ao mesmo tempo, o coordenador nos faz refletir sobre a relação entre visualização de dados e a construção de novas narrativas, ao trazer exemplos de como se dá esta dinâmica no dia a dia da sociedade.

Para ouvir o episódio, clique aqui!

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

Publicado em Notícias

Nos dias 5 a 8 de novembro, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) participa da mostra agropecuária Expoabra, em Brasília/DF. Este ano, devido à pandemia, o evento ocorre de forma virtual. A Expoabra é promovida pelo Instituto Parque Granja do Torto (PGT), a Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape) e a Secretaria de Agricultura (Seagri).

Nos quatro dias da exposição, produtores, empreendedores rurais e o público em geral poderão acompanhar, pela internet, palestras e bate-papos com especialistas, capacitações práticas com clínicas especializadas e provas técnicas e regulamentadas. Também será possível fechar negócios em formato virtual, participar de venda e leilão de animais e assistir a lives com artistas.

O Ibict é uma das instituições apoiadoras e está presente no eixo Ciência e Tecnologia, com um “estande virtual” no evento.  Ao visitar o site da Expoabra, o público poderá conhecer diferentes projetos da instituição voltados para o setor produtivo.

“O Ibict tem atuado de forma cada vez mais dinâmica e plural, desenvolvendo serviços voltados ao setor produtivo, em parceria com a indústria, entidades empresariais, universidades, agências de inovação e centros de pesquisa”, diz Márcio Canedo, pesquisador do Ibict e coordenador da EEN Brasil.

Entre os projetos do Ibict apresentados na feira, estão a rede Enterprise Europe Network (EEN), criada pela Comissão Europeia para promover o crescimento de pequenos e médios negócios. Os serviços oferecidos por meio da EEN são gratuitos e têm como foco apoiar a inovação e a internacionalização de empresas e a transferência de tecnologia. No Brasil, a EEN é gerenciada pelo Ibict e trabalha para aumentar a visibilidade de empresas brasileiras no exterior.

Outros projetos são a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), que dimensiona potenciais impactos ambientais de um produto ou serviço e o Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT), que orienta empreendedores na solução de problemas e informações técnicas, através de um Banco de Informação formado por Respostas e Dossiês Técnicos, em diversos segmentos de agronegócios, indústria e serviços.

Já o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão) disponibiliza, através de um mapa interativo e visual, as informações oficiais produzidas por instituições públicas brasileiras para apoiar a tomada de decisão, a construção de políticas públicas e as decisões estratégicas.

Novo parque é lançado durante o evento

A Expoabra também será o momento do lançamento do projeto para o novo Parque de Exposições Granja do Torto (PGT). O espaço busca se tornar o grande centro de desenvolvimento da agropecuária da região Centro-Oeste, voltado ao crescimento do setor por meio da inovação tecnológica.

O plano tem como foco o desenvolvimento do segmento agropecuário por meio de investimentos em inovação tecnológica, pesquisas, capacitação de pessoal, prestação de serviços, produção e comercialização de insumos e material genético.

Para o presidente do PGT, Eugênio Faria, a reestruturação significa mais investimentos em educação, inovação e tecnologia, o que é fundamental para tornar o DF um polo de pesquisa e desenvolvimento. “A expectativa que temos no evento é lançar o PGT para Brasília e para o Brasil como uma grande casa do que existe atualmente em tecnologia e inovação agropecuária para o País inteiro. As iniciativas da exposição estão voltadas para mostrar toda a capacidade do DF e regiões próximas para trazer um programa de empresas e produtos de expressividade nacional”, afirma o presidente.

 

Serviço

ExpoAbra Digital

De 5 a 8 de novembro 

Inscrições: www.expoabra.com.br

 

Carolina Cunha, Núcleo de Comunicação Social do Ibict

 Com informações da Agência Brasília

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Em um bate-papo informal realizado no sábado (03), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, e a diretora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Cecília Leite, dialogaram sobre os 66 anos do Ibict. A atividade fez parte das ações do Mês Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovações, instituído pelo decreto nº 10.497/2020.

Durante a apresentação, Cecília Leite agradeceu a atuação do ministro Marcos Pontes nas ações voltadas para o crescimento da ciência, da tecnologia e da inovação no Brasil e reforçou a importância da parceria entre o Ibict e o MCTI no combate à COVID-19. Entre as ações destacadas na conversa, o ministro e a diretora mencionaram os portais Universo Científico, Rede Vírus MCTI, Visão (mapa interativo com informações oficiais relacionadas à COVID-19) e Ciência em Casa.

O ministro Marcos Pontes elogiou o Ibict em relação à capacitação e à experiência na criação de infraestruturas informacionais, como o Ciência em Casa, que contém conteúdos do Canal Ciência do Ibict e ações de outras instituições ligadas ao ministério, como jogos, enquetes e vídeos educativos. Como parte das ações divulgadas no Ciência em Casa está a atividade Caça Asteroide, promovida a partir de parceria entre o MCTI e a International Astronomical Search Collaboration (IASC/NASA), com o apoio do Ibict, por meio do Canal Ciência. 

Como explicou Cecília Leite, o portal Ciência em Casa possibilita que crianças e adolescentes aprendam ciência de maneira divertida, colaborando, inclusive, para a formação de possíveis futuros cientistas. “É importante que os pais estimulem seus filhos a conhecerem mais sobre ciência. Às vezes, uma ação como a do Ciência em Casa chega no momento certo em que a criança está em dúvida sobre qual caminho futuro seguir”, explicou Cecília Leite.

Ao longo da apresentação, Cecília Leite destacou o papel do Ibict na vanguarda da informação. Entre as ações de destaque do Ibict, Cecília Leite também apontou para a importância do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, realizado a partir da parceria entre o Ibict e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O PPGCI/Ibict/UFRJ completa 50 anos no ano 2020. A diretora destacou, além dos cursos de pós-graduação do PPGCI, as ações voltadas para toda a comunidade, como as Escolas de Outono, Inverno, Primavera e Verão.

Outro aspecto discutido durante a entrevista foram as ações do Ibict em Ciência Aberta. “A ciência tem a função de desenvolver conhecimento, mas não adianta nada desenvolver um conhecimento se ele não for utilizado”, disse o ministro Marcos Pontes, em relação ao trabalho de disseminação do conhecimento que é realizado pelo Ibict.

Sobre essa questão, a diretora explicou a importância da internacionalização dos dados de pesquisa. “Hoje, o mundo é uma aldeia global. O pesquisador que está na China, na Coreia, precisa trocar informações com um pesquisador do Brasil porque eles estão falando uma mesma língua, trabalhando para o avanço do conhecimento”, disse.

Também foram discutidas no evento on-line questões sobre o meio ambiente, com destaque para as ações do projeto de Avaliação do Ciclo de Vida do Ibict, preservação digital e o aumento da participação das mulheres na ciência.

A entrevista está disponível em versão integral no canal do MCTI no Youtube. Acesse abaixo:

 

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Para debater o tema “A visualização de dados e a construção de narrativas”, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promoveu, no dia (17/06), mais uma live QuartaàsQuatro.

O evento contou com a participação do coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI), Tiago Braga, e Hesley Py, coordenador de Projetos da Superintendência de TI da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Hesley iniciou a discussão comentando a importância que os dados abertos têm neste contexto de pandemia. “É um momento muito propício para falarmos sobre visualização de dados. Antigamente tínhamos mais dificuldade de abordar o tema de forma que todos entendessem, mas com a pandemia, a população em geral quer saber, todos os dias, quantas pessoas estão sendo afetadas, curadas e se estão perto, por exemplo”, disse.

A visualização de dados consiste na representação visual de um conjunto de dados coletados, processados e confirmados, que permite a melhor compreensão das informações ali apresentadas (em forma de mapas, painéis, infográficos), bem como a comparação com dados de outras fontes oficiais, a leitura de outras perspectivas, o estabelecimento de relações entre elas e a tomada de decisão.

Hesley Py acredita que, com o progresso tecnológico, a forma com que os dados são visualizados foi se aprimorando e atualmente dispõe das mais variadas ferramentas que auxiliam pesquisadores e cidadãos em geral a obterem dados confiáveis, como o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão) desenvolvido em código aberto pelo Ibict.

Outra questão abordada por ele diz respeito ao aumento do interesse da sociedade na busca e análise de informações. “Nesse sentido, os dados abertos surgem como forma de questionamento e possibilidade de criar outras narrativas a partir de diferentes pontos de vista e que sejam menos influenciadas por uma única pessoa ou canal”, ressaltou.

Para Tiago Braga, a visualização de dados está associada ao empoderamento da sociedade e do cidadão como construtor de narrativas. “Temos, por exemplo, o processo da ciência cidadã, que é relativamente recente, mas já tem gerado avanços a partir do movimento da própria população para gerar e contribuir com a ciência”, afirmou.

Os participantes falaram ainda sobre acesso aberto, democratização de dados, fake news e excesso de informação, entre outros assuntos relacionados ao tema.

Para saber mais, assista ao vídeo completo abaixo:

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Com o objetivo de fornecer dados oficiais relacionados à pandemia, o governo federal lançou em março, por meio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), o Infográfico Interativo sobre o coronavírus, que apresenta dados atualizados e uma linha do tempo com notícias em ordem cronológica de diversas fontes relacionadas à COVID-19.

O site agora faz parte do portal #CiênciaMCTICnoCombate #COVID19, uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) que agrupa as ações que o Ibict e outras instituições ligadas ao Ministério têm desenvolvido na área de pesquisa científica sobre a pandemia.

Trata-se de um mapa interativo com base no Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão), criado pelo Ibict, em que é possível acessar e cruzar dados atualizados sobre o coronavírus como, por exemplo, o número de casos informados pelos órgãos oficiais.

O sistema permite a verificação de vários tipos de dados que podem ser facilmente acessados por meio de três elementos principais: indicadores (população por faixa etária, situação de trabalho e quantidade de profissionais de saúde, entre outros); filtros (como região, tipo de transmissão, número de casos confirmados, óbitos e pacientes recuperados); ou camadas (como hospitais de referência).

Há também uma linha do tempo em que são organizadas informações em ordem cronológica com a trajetória da COVID-19 desde o dia 26 de fevereiro, quando foi confirmado o primeiro caso de coronavírus no Brasil. A linha mostra notícias publicadas nos principais meios de comunicação do Brasil e permite a navegação de forma linear ou por data de publicação dos textos.

O portal #CiênciaMCTICnoCombate #COVID19 apresenta mais três áreas: a Rede Vírus MCTIC, com atividades promovidas pelo ministério; o Universo Científico, com ações de disseminação de informações científicas para pesquisadores e o Ciência em Casa MCTIC, com atividades científicas, jogos e informações destinadas a levar à população o conhecimento científico de forma lúdica.

Para ter acesso às informações do Infográfico, clique aqui.

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O ministro Marcos Pontes anunciou, em cerimônia realizada na noite de 20 de maio, o lançamento do portal #CiênciaMCTICnoCombate #COVID19, uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que conta com atuação direta do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

O evento aconteceu no auditório do MCTIC e contou com a participação da diretora do Ibict, Cecília Leite, do secretário executivo do MCTIC Julio Semeghini, do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Evaldo Vilela e do deputado federal Cezinha de Madureira. Participaram ainda, por videoconferência, a diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Noleto e do presidente da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Sigmar Rode.

Com o objetivo de sistematizar e disponibilizar informações científicas sobre a COVID-19, o portal servirá como um agregador de ações do Ibict, bem como de outros órgãos de apoio ou unidades vinculadas ao MCTIC, que estejam lidando com o tema e que possam auxiliar a sociedade a ter acesso oficial e de qualidade a dados sobre a pandemia.

Para Marcos Pontes, a única arma para combater a pandemia é a ciência. “Tenho certeza que este portal vai ser extremamente importante para alavancar as pesquisas e para trazer informações rápidas. Um portal como este tem uma capacidade gigantesca de ajudar nossos cientistas e nossa sociedade a conhecerem melhor este problema e encontrar soluções”, relata o ministro.

Cecília Leite, diretora do Ibict, afirma que a parceria com o MCTIC para o desenvolvimento do portal “é uma grande oportunidade de poder reunir as informações existentes sobre o coronavírus e facilitar o trabalho de pesquisa, mas também de deixar muito clara a importância da ciência da informação neste momento”.

A estrutura do portal

O portal é dividido em quatro áreas: Rede Vírus MCTIC, com atividades promovidas pelo ministério; Infográfico Interativo, que permite a visualização de dados relacionados à COVID-19; Universo Científico, com ações de disseminação de informações científicas para pesquisadores e Ciência em Casa MCTIC, com atividades científicas, jogos e informações destinadas a levar à população o conhecimento científico de forma lúdica.

Rede Vírus MCTIC é um comitê de assessoramento estratégico que reúne especialistas, representantes de governo, agências de fomento do ministério, centros de pesquisa e universidades cujo objetivo é integrar iniciativas em combate a viroses emergentes. Criada pelo MCTIC, a rede atua na articulação de laboratórios de pesquisa, com foco na eficiência econômica e na otimização e complementaridade da infraestrutura e de atividades de pesquisa, em especial com o coronavírus.

No Infográfico Interativo, baseado no Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão), será possível obter dados e informações oficiais e atualizadas por estado relacionadas à pandemia e permite a interação com outros tipos de dados oficiais, como população por faixa etária, lista de hospitais de referência, além de ser possível a aplicação de filtros geográficos. Há também uma linha do tempo em que são organizadas informações cronológicas de diversas fontes relacionadas à COVID-19.

Em Universo Científico são apresentadas ações relacionadas à pesquisa na temática do coronavírus, que podem ser acessadas a partir de nove categorias: Diretório de fontes de informação científica de livre acesso sobre o coronavírus, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio da UNESCO; Rede de especialistas e pesquisas; Repositório de pré-prints EmeRI, com apoio da ABEC; Observatório de evidências científicas sobre a COVID-19; lista de fontes de fomento; perfil bio-bibliográfico de especialistas brasileiros que estudam a doença; lista de portais sobre a COVID-19 pelo mundo; Acessibilidade – COVID-19, com informações sobre a doença para comunidades de cegos e de surdos; e o Boletim Temático do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Já o Ciência em Casa MCTIC traz grande parte do conteúdo do Canal Ciência do Ibict, com atividades científicas, jogos e informações apresentadas de forma lúdica e divertida para alunos e professores de ensino fundamental e médio que estão em casa no período de isolamento.

O portal também está formando um banco de voluntários com pessoas que já contraíram o vírus COVID-19 e estão recuperadas, não apresentando carga viral.

O projeto foi liderado pela equipe do Gabinete do MCTIC com atuação direta da Secretaria de Políticas para Formação e Ações Estratégicas (SEFAE) e pela diretoria do Ibict, por meio da Coordenação-geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Produtos (CGNP), pela Coordenação-geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados (CGPC) e pela Coordenação-geral de Tecnologias da Informação e Informática (CGTI).

Clique aqui para acessar ao portal.

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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No dia 1 de novembro, o Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia (Ibict) participou da 2ª Reunião Técnica para tratar sobre o Portal Brasileiro de Dados Abertos – a plataforma central para a busca e o acesso aos dados públicos disponibilizados pelo Governo Federal no Brasil.

Realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), o encontro recebeu representantes do governo, da sociedade civil e das comunidades científica e acadêmica.  A CGU pretende criar uma nova versão do Portal de Dados Abertos. A reunião contou com debates sobre os requisitos técnicos desejáveis, as funcionalidades, metodologias de avaliação e o levantamento de metadados para o projeto.

Durante o evento, o Ibict apresentou o Visão, sistema desenvolvido pelo instituto. Segundo Tiago Braga, Coordenador-Geral de Tecnologias de Informação e Informática do Ibict, existe a possibilidade de usar o sistema para a visualização de dados do novo Portal. “É uma ferramenta que trabalha com dados abertos governamentais, permitindo que a visualização seja útil para a apresentação desses dados e também para a análise de informações públicas”, diz Braga.

O Visão é uma ferramenta que disponibiliza indicadores dinâmicos a partir da análise de grandes conjuntos de dados, permite a criação de relações entre indicadores oriundos de diferentes instituições e possibilita a análise visual e histórica de indicadores relativos ao desenvolvimento social, econômico e ambiental.

Dados abertos

No campo da gestão pública, as políticas de abertura de dados coletados ou armazenados por governos visam à transparência pública, ao acesso à informação e à participação social do cidadão. Segundo o especialista do Ibict, o Visão pode ser uma ferramenta de apoio a pesquisadores e uma fonte para a tomada de decisões na formulação de políticas públicas.

Braga também lembra que o Ibict é um dos pioneiros no Brasil na questão de dados abertos científicos. “A discussão sobre dados abertos governamentais aparece na Ciência da Informação junto com o guarda-chuva da Ciência Aberta. Quando se discute isso, um caminho para a promoção do tema é o uso de dados governamentais abertos”, avalia.

 

Texto: Carolina Cunha
Núcleo de Comunicação Social

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