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A última QuartaàsQuatro, live do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), trouxe especialistas para debater os temas Humanidades Digitais, o processo de digitização da pesquisa em Humanidades no Brasil e o papel da Ciência da Informação. O evento aconteceu na quarta-feira (7) e foi transmitido pelo canal do Ibict no Youtube.

Participaram da live Ricardo Pimenta, professor do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do PPGCI/IBICT-UFRJ e Renato Rocha Souza, professor da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e professor colaborador da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Ao abrir a palestra, Pimenta ressaltou que o mundo digital transforma métodos e conceitos de pesquisas nas ciências humanas. “Os fenômenos sociais são cada vez mais mediados pelo universo digital. Essas mediações criam novos registros e novas formas de construção do conhecimento, de percepção da informação e sobretudo dados. Precisamos entender como processá-los para a gente continuar a se questionar no mundo e questionar os fenômenos sociais”, diz Ricardo Pimenta.

Renato Rocha Souza avalia que o campo de Humanidades Digitais é transversal e que existe um crescente interesse no assunto, que se relaciona a diversas áreas. “Existe um processo que talvez seja uma parte de uma busca pela cidadania através das competências digitais, é o que habilita nossa participação mais ampla na sociedade”, reflete.

Pimenta explicou o termo “digitização”, que se refere a um processo que já nasce digital e que não pode ser pensando fora do digital. Souza refletiu sobre o cenário de digitização nas práticas de pesquisa das áreas humanas e na formação de novos quadros profissionais. “Será que nós estamos entregando um conjunto de competências contemporâneas? ”, questiona.

Para o professor do Ibict, a sociedade apresenta uma nova forma de viver no mundo, atravessada pelo digital. Dessa forma, as competências digitais serão comuns nas ciências humanas e parte do processo de produção de conhecimento. O professor refletiu ainda sobre o papel da tecnologia para o cientista social. “É importante que o pensamento humanístico continue a ser exercido. Se a gente não tiver isso em colocação, a gente não vai estar pensando de maneira crítica sobre os fenômenos que ocorrem em nossa sociedade”, avalia Pimenta.

A questão de competências informacionais e sua relação com dados públicos foi abordada por Renato Rocha Souza, que avaliou ainda o papel do poder público nesse contexto.“A gente tem que saber o papel da ciência, das humanidades, do digital, da tecnologia, das linguagens como a programação e matemática, da discussão sobre sociedade e democracia. É uma agenda um pouco ambiciosa, mas vejo as Humanidades Digitais com essa tentativa de resgatar o papel da ciência como um todo”.

 

A live pode ser assistida na íntegra no Youtube. Acesse o link:

https://www.youtube.com/watch?v=ieb38zuSudo

 

 

Carolina Cunha

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Publicado em Notícias

Quanto tempo o novo coronavírus sobrevive nas superfícies? Qual é o tamanho dele? Quantos metros ele pode viajar pelo ar? Como é que os termômetros funcionam? Todas essas dúvidas e outras relacionadas à doença que tem atingido o mundo todo foram respondidas na última QuartaàsQuatro, realizada no último dia 26, com o tema "Tecnologia e Inovação na COVID-19".

A live foi promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). O evento online reuniu os pesquisadores Mônica Naccache, Carlos Hall e Marcelo Fiszman, todos da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e Jorge Biolchini, representando o Ibict.

Ao longo da live, os pesquisadores relataram como a ciência, a tecnologia e a inovação são importantes para o combate à COVID-19. De maneira didática, os especialistas discutiram sobre assuntos relacionados à tecnologia e à inovação na COVID-19, como a contaminação pelo ar e os estudos de simulação e prevenção, mecanismos de como o vírus age nos pulmões, respiradores, termômetro infravermelho, oxímetro de pulso, teste para COVID-19 baseado em metamateriais, Inteligência Artificial (IA) e aplicações de IA em epidemias.

Mônica Naccache, Carlos Hall, Marcelo Fiszman e Jorge Biolchini são pesquisadores da equipe do Observatório de Evidências Científicas, uma iniciativa do Ibict em parceria com o MCTI. A proposta do Observatório é auxiliar toda pessoa interessada em informação de qualidade sobre Covid-19 para que possa se orientar e tomar decisões apropriadas sobre distintos aspectos desse problema de saúde coletiva, com base em pesquisas conduzidas com rigor metodológico.

A live está disponível integralmente na página do Ibict no Youtube.

Veja abaixo:

 

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

Publicado em Notícias

A relevância em gerir informações para uma boa gestão de resíduos sólidos foi o tema da última live QuartaàsQuatro, promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e transmitida ao vivo pelo canal do Ibict no Youtube.

Vângela Maria Lima do Nascimento, chefe do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e Thiago Rodrigues, engenheiro florestal e pesquisador do Ibict, falaram sobre os entraves e avanços na questão de resíduos sólidos no Acre.

No início do encontro, Thiago contextualizou a atuação do projeto Amazônia Legal sem Resíduo (ALsR), parceria do Ibict com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), vinculada ao Ministério da Saúde (MS) e que já levou suas oficinas para três estados: Acre, Tocantins e Maranhão.

O projeto, que faz parte da Coordenação de Tecnologias Aplicadas a Novos Produtos (COTEA), tem por objetivos incentivar a minimização da geração de resíduos sólidos e fortalecer a responsabilidade compartilhada dos gestores municipais e da sociedade civil, a fim de garantir a saúde pública e a qualidade ambiental.

De acordo com Thiago, a gestão de resíduos sólidos depende de uma boa gestão de dados. “A região da Amazônia requer um olhar especial. Temos uma política nacional ampla, vasta e muito bem construída, mas sabemos que para que se torne efetivas, os estados têm de ter suas iniciativas próprias”, relata.

Para Vângela, ainda há muito o que se fazer pela Amazônia e “o papel do MPAC em relação à política de resíduos é algo interessante a partir do momento em que se coloca esta agenda como prioritária no seu planejamento estratégico, contrata equipes, dialoga e integra seu staff e traz experiências de fora”, comenta.

A bióloga apresentou o projeto Cidades Saneadas, que existe desde 2014 e tem auxiliado o estado a resolver algumas questões considerando o contexto amazônico, como cultura, distância, isolamento, fragilidade tecnológica e precariedade de acesso.

Em relação aos Planos Municipais de Saneamento Básico, os resultados da iniciativa mostram um avanço considerável nos últimos cinco anos, com uma evolução de 72% até 2019. Já em relação aos Planos Municipais de Resíduos Sólidos, o aumento foi de 36%.

Para saber mais detalhes sobre estes resultados e sobre a parceria entre Ibict e MPAC, confira o vídeo completo abaixo: 

 

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Acontece no próximo dia 12 de agosto, às 16h (horário de Brasília), mais uma live QuartaàsQuatro, promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). O evento será transmitido ao vivo pelo canal do Ibict no Youtube.

O tema desta edição é “Gerindo informação para a boa gestão de resíduos sólidos: o caso do Acre” e terá como debatedores Thiago Rodrigues, engenheiro florestal e pesquisador do Ibict e Vângela Maria Lima do Nascimento, chefe do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado do Acre.

De acordo com Thiago, resíduos sólidos são recursos mal aproveitados e, para entender e aceitar essa afirmação, é preciso conhecer o valor desses materiais, as várias possibilidades de aproveitamento e os diversos impactos socioambientais que causam se forem mal geridos.

Para o pesquisador, a gestão da informação é uma das atividades mais importantes para realizar uma gestão efetiva dos resíduos sólidos. “O projeto Amazônia Legal sem Resíduo está buscando melhorar a gestão de resíduos sólidos na região por meio de diagnósticos quantitativos, análises de percepção, orientações para minimização da geração de resíduos e recomendações de tecnologias de gerenciamento adequadas à realidade regional”, relata.

Neste sentido, a dupla vai abordar o caso do Acre, principalmente pelas parcerias interinstitucionais, como é o caso do envolvimento do Ministério Público (MP) do estado. Assim, o público vai conhecer como o MP tem apoiado os municípios acreanos a resolver esse grande desafio.

Vângela Maria Lima do Nascimento é tarauacaense, filha de gari, bióloga, especialista em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental e gerencia o projeto Cidades Saneadas – Estratégias Integradas para a implementação da Política de Saneamento Básico e Gestão Integrada de Resíduos Sólidos no Estado do Acre, projeto reconhecido com: 1º Lugar na Categoria Meio Ambiente no 1º Prêmio de Gestão de Inovação; Menção Honrosa entre os 7 melhores trabalhos apresentados no 9º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos; Prêmio CNMP 2019 – Ministério Público um Projeto Muitas Conquistas - 2º Lugar na Categoria de Indução de Políticas Públicas.

Thiago Rodrigues é graduado em Engenharia Florestal pela Universidade de Brasília, com mestrado e doutorado em Ciências Florestais e pós-doutorado no Departamento de Engenharia Florestal/Universidade de Brasília (UnB). No Ibict, é pesquisador em Informação para a Sustentabilidade, editor assistente da Revista Latino-Americana de Avaliação do Ciclo de Vida – LALCA e gestor de qualidade do Banco Nacional de Inventários do Ciclo de Vida - SICV Brasil.

Live QuartaàsQuatro

Gerindo informação para a boa gestão de resíduos sólidos: o caso do Acre
12/08, às 16h – horário de Brasília

Link para acompanhar a transmissão ao vivo

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A próxima QuartaàsQuatro, live promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), será sobre a “Atuação do Centro Internacional do ISSN e dos Centros Nacionais da América Latina”. A live ocorrerá no dia 05 de agosto e terá transmissão ao vivo pelo canal do Ibict no Youtube.

Participarão da live Taina Batista, do Centro Brasileiro do ISSN e pesquisadora do Ibict; Gaële Béquet, diretora do Centro Internacional do ISSN; Carlos Cifuentes, do Centro Colombiano do ISSN; Guadalupe García de Rivera, do Centro Panamenho do ISSN; e Carlos Norberto Authier, do Centro Argentino do ISSN.

A live discutirá a respeito de temas relacionados ao International Standard Serial Number (ISSN), tais como: serviços do ISSN para os editores, estratégias do Centro Internacional do ISSN, atividades dos Centros Latinoamericanos ISSN (Argentina, Colômbia, Panamá e Brasil) durante a pandemia; e estatísticas sobre publicações relacionadas à COVID-19.

Sobre o ISSN:

O ISSN, sigla em inglês para “Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas”, é o código aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada. Esse número se torna único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído.

O código ISSN identifica o título de uma publicação seriada durante todo o seu ciclo de existência (fase de lançamento, circulação e encerramento da revista). É composto por oito dígitos distribuídos em dois grupos de quatro dígitos cada, ligados por hífen e precedido sempre por um espaço e a sigla ISSN, exemplo: ISSN 1018-4783. Para cada suporte (online, impresso e demais suportes) ou sendo o título em um novo idioma da publicação, é atribuído um código ISSN diferente.

A partir do momento em que o ISSN foi atribuído para uma publicação seriada, ele deve aparecer em cada exemplar.

Desde 1975, o Ibict vem desenvolvendo as funções de Centro Nacional da Rede ISSN. Em 1980, o Ibict estabeleceu-se como Centro Brasileiro do ISSN (CBISSN), por meio de acordo firmado entre o Centro Internacional do ISSN e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ao qual era vinculado à época. Assim, o Ibict passou a ser o único membro no Brasil responsável pela atribuição do código ISSN.

A live “Atuação do Centro Internacional do ISSN e dos Centros Nacionais da América Latina” será no dia 05, às 16h, com transmissão ao vivo pelo Youtube do Ibict. Clique aqui para acessar a live.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações do Centro Brasileiro do ISSN

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No dia 22/07 aconteceu mais uma edição da QuartaàsQuatro, live promovida semanalmente pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do MCTI. O tema desta edição foi "Informação e Infodemia na Pós-Pandemia: Biblioteca, Leitura e Gestão", com a participação de Glòria Pérez-Salmerón (IFLA), Emir Suaiden (Unb) e Cecília Leite (Ibict).  

A conversa abordou os aspectos informacionais da crise do novo coronavírus. “A informação está no centro do furacão dessa pandemia”, diz Cecília Leite. A diretora do Ibict destacou três pontos importantes: a biblioteca como um espaço amplo para a sociedade, a leitura como meio para o conhecimento e a gestão como fator de enfrentamento de uma crise.

Glòria Pérez-Salmerón observou que durante a pandemia, as pessoas ficaram isoladas em casa e bibliotecas foram fechadas. Esse cenário atípico demonstrou a importância dos serviços das instituições. Segundo ela, as bibliotecas públicas precisam ter força em seus espaços físicos, mas também virtuais. “Isso realmente nos dá uma pista de como devemos atuar no futuro”, diz ela, ressaltando a importância da existência de ferramentas que conectam ao mundo da informação e ampliam o acesso para o público.  

Pérez-Salmeron também destacou o papel da biblioteca em situações de crise, que deve ser vista como um verdadeiro ponto de apoio para a busca de informação que possa apoiar as mais variadas necessidades da população. Ela abordou ainda o protagonismo das bibliotecas para a promoção da cidadania e o alcance das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas.

Emir Suaden falou sobre a importância da leitura para a autonomia do ser humano e fez um breve histórico sobre fatores relacionados à falta de leitura na América Latina, como o colonialismo, a educação de baixa qualidade e a ausência de políticas públicas.  

Para o professor, um dos desafios do futuro pós-pandemia será o de reescrever o papel do bibliotecário. “A formação deverá privilegiar o papel de filtro entre o livro e o leitor. O bibliotecário de referência terá que ser uma autoridade na formação de competência informacional”.  E nas escolas, o livro terá que ter visibilidade e as bibliotecas devem ter vínculo com a coordenação pedagógica, afirma o professor.   

Sobre o cenário de desinformação, Suaden tentou buscar um lado positivo, como a valorização da informação de qualidade. “O bibliotecário terá que comprovar que Fake News, desinformação e manipulação não são ameaças para os profissionais da informação, mas uma grande oportunidade de liderar a validação da verdade”, acredita.

Para Suaden, os bibliotecários e cientistas da informação também não devem deixar de sonhar. “Não podemos nos esquecer da ilusão e da utopia. O fortalecimento da leitura poderá tornar a biblioteca centros de resistência para combater os grandes desafios que estamos enfrentando”.

A inovação na gestão foi o foco de Cecília Leite. A diretora do Ibict falou sobre os novos serviços e produtos e serviços que foram lançados pelo instituto em função da pandemia, como a plataforma Ciência em Casa, voltada para a popularização da ciência para crianças e adolescentes, e o portal Universo Científico, que agrega informações relacionadas com o universo científico na temática coronavírus/COVID-19.

Segundo Cecília Leite, a pandemia também trouxe aprendizados para a superação da crise e representa uma mudança de paradigmas na ciência. “A gente vai ter um novo tempo. Assim como a gente mudou para o analógico para o digital, agora a gente vai ter que fazer um novo salto. Quando acontece alguma emergência as coisas se aceleram, porque mesmo com risco é melhor tentar fazer alguma coisa do que não fazer nada”.  

Sobre aprendizados, a diretora do Ibict reflete sobre a missão de trabalhar com a gestão do conhecimento. “Precisamos compartilhar as informações, a ciência precisa ser cada vez mais cidadã. Eu gostaria de dizer que o nosso país é a Terra, o nosso espaço é o universo e as nossas possibilidades são infinitas, desde que optemos pelo conhecimento verdadeiro, a ciência e a consciência que ela traz da nossa responsabilidade, deveres e posição”.

A live pode ser assistida na íntegra no  no canal do Ibict no Youtube.

 

Carolina Cunha

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

 

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O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promoveu no dia (01/07), mais uma live QuartaàsQuatro. O tema desta edição foi “Software Livre e a Gestão da Informação Nacional”.

Nesta edição, Milton Shintaku, Coordenador da área de Articulação, Geração e Aplicação de Tecnologia do Ibict (COTEC), conversou com Luana Farias Sales, Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão de Acervos do Arquivo Nacional e docente do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do convênio IBICT-UFRJ.

“A ideia desta live foi a gente apresentar possibilidades para o pessoal que trabalha com gestão de informação. Tem muita coisa nova acontecendo e às vezes a gente não sabe da existência do software livre”, conta Luana Sales.

Em sua apresentação, Sales abordou conceitos da Gestão da Informação e de Software Livre e deu dicas sobre como ter um bom sistema informacional. “O primeiro passo da gestão da informação é compreender quem é o seu usuário, o contexto no qual você está inserido e tentar minimizar o tempo e o custo que esse usuário vai ter para acessar a informação exata que ele deseja”, diz a bibliotecária.

Milton Shintaku aprofundou as diversas dimensões do software livre e contou um pouco sobre o trabalho do Ibict com essas tecnologias. Atualmente o instituto oferece apoio técnico e capacitação na implementação de projetos em software livre para a gestão do conhecimento. “A gente vem trabalhando há muito tempo com a questão de tecnologia para a gestão da informação. Geralmente sempre utilizamos software livre, o que tem nos dado um bom resultado”, ressalta o coordenador da COTEC.   

O especialista citou exemplos de software livre e suas possibilidades de uso como o Koha (bibliotecas), Fólio (bibliotecas), Omeka (repositórios museológicos), CKAN (dados abertos), TemaTres (vocabulários controlados), OJS (periódicos científicos), DSpace (repositórios bibliográficos), entre outros.  

Outro ponto abordado na live foi a relação dos profissionais da gestão da informação com os profissionais e a área de informática. “Eu venho defendendo o trabalho do bibliotecário na elaboração do projeto, especialmente bibliotecas universitárias que podem dar o apoio na pesquisa”, diz Sales. Shintaku também ressaltou a importância de o bibliotecário trabalhar com dados e a informação em ambientes digitais. “A biblioteca tem que entrar no fluxo informacional da instituição”.

A QuartaàsQuatro é uma série de conversas com especialistas promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

A live está disponível na íntegra no canal do Youtube do Ibict. Clique aqui para assistir.

 

Carolina Cunha

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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