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A partir do tema “Ciência Cidadã na Escola”, os pesquisadores Sarita Albagli, Luana Rocha, Rachel Trajber e Rodrigo Arantes Reis discutiram a importância da Ciência Cidadã nas escolas para a construção de um país mais cidadão, colaborativo e humano.

O debate foi conduzido no último dia 28 durante a QuartaàsQuatro, live promovida semanalmente pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Durante a live, os pesquisadores apresentaram e debateram experiências de Ciência Cidadã em instituições escolares, no Brasil e no exterior, destacando os diferentes objetivos, metodologias e tipos de usos dessa abordagem, seus requisitos, dificuldades e potencialidades. O movimento da Ciência Cidadã é pautado pelo acesso democratizado às produções da ciência, bem como a participação dos cidadãos nos processos de pesquisa (clique aqui para ler mais sobre o assunto).

A mediação do evento foi conduzida pela pesquisadora Sarita Albagli, do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict. “A Ciência Cidadã tem sido um instrumento importante a partir de uma perspectiva mais ‘paulofreiriana’, na qual a educação não é simplesmente uma relação na qual os alunos são tratados como uma tábula rasa. É, na verdade, uma relação que é dialógica. Nesse sentido, a Ciência Cidadã tem um papel importante em contribuir para que a instituição escolar traga para dentro da escola a realidade da sua comunidade e dos seus alunos", explicou Sarita Albagli.

A live contou com a presença de Luana Rocha, assistente de pesquisa no Ibict. Como explicou Luana Rocha, a Ciência Cidadã na escola pode trazer alguns benefícios, como um maior engajamento e motivação de alunos, novas abordagens de ensino, transdisciplinaridade, aproximação entre escola e comunidade científica, alfabetização científica e valorização da ciência e a promoção de carreiras científicas. Ao longo da apresentação, Luana Rocha também destacou experiências positivas de Ciência Cidadã em escolas no mundo e explicou alguns dos desafios e obstáculos a serem enfrentados.

Rachel Trajber, coordenadora do programa Cemaden Educação: Rede de Escolas e Comunidades na Prevenção de Desastres, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, explicou sobre a relação entre Ciência Cidadã, educação ambiental, pandemia, mudanças climáticas e a intensificação dos desastres e vulnerabilidades. Como pontuou a pesquisadora, há um desafio constante no país de políticas públicas para a gestão de riscos e vulnerabilidades em cada comunidade, bem como a demanda de gerar uma ciência integrada e a serviço da sociedade. Como explicou Rachel Trajber, as escolas devem ser percebidas enquanto lugares de aprendizagem intergeracional de valores e conhecimentos.

Também presente na live, Rodrigo Arantes Reis, pró-reitor de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná (UFPR), apresentou o programa PICCE, o Programa Interinstitucional de Ciência na Escola. Rodrigo Reis contou a respeito de ações ligadas à Ciência Cidadã nas escolas e produção regional de conhecimento. A partir do contexto do programa, o professor apresentou ações de feiras regionais de ciência, de projetos científicos educacionais e de pesquisas em divulgação científica.

A live pode ser encontrada integralmente no canal do Ibict no Youtube clicando aqui ou abaixo.


Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O professor Marco Schneider, do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), compõe a equipe de autores do livro "Nelson Mandela – A Reader on Information Ethics", que contém 12 ensaios originais. A publicação, que trata da vida e da obra de Nelson Mandela, abordadas do ponto de vista da Ética da Informação, será lançada no dia 28 de julho, às 11h (horário de Brasília).

O capítulo escrito por Marco Schneider, em parceria com o professor Pablo Nabarrete Bastos, da Universidade Federal Fluminense, é intitulado “Mandela and Critical Information Literacy” (em português Mandela e a Competência Crítica em Informação). O capítulo explora uma proposta de Rafael Capurro que busca pensar a relação entre Nelson Mandela e a Ética da Informação, principalmente com base na autobiografia de Mandela, “Long Walk to Freedom”, considerando o seu conteúdo juntamente com o contexto da sua escrita e circulação: uma sentença de prisão perpétua na prisão de Robben Island durante o apartheid sul-africano.

A base teórica do estudo de Marco Schneider e Pablo Nabarrete Bastos articula a ética da informação com a competência crítica em informação; a Pedagogia Crítica de Paulo Freire; o conceito de antropofagia desenvolvido por Oswald de Andrade; e as reflexões de Bertold Brecht sobre as dificuldades em escrever a verdade.

A proposta do lançamento do livro é celebrar e lembrar da importância da Ética da Informação, da liberdade de expressão e da liberdade de acesso à informação. Com a realização do evento, os organizadores pretendem possibilitar uma plataforma para os autores discutirem suas contribuições e o que Nelson Mandela e seu legado significam para eles.

O livro foi editado por Coetzee Bester, Johannes Britz, Rafael Capurro e Rachel Fischer. Para mais informações e inscrições para a participação on-line do lançamento do livro (em inglês), acesse: https://www.i-c-i-e.org/event-details/nelson-mandela-reader-author-launch.

Por alguns dias, também é possível encontrar o livro disponível para download clicando aqui (formato ePUB) e aqui (formato mobi).


Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Na próxima QuartaàsQuatro (30), os pesquisadores Arthur Bezerra e Marco Antônio de Almeida discutirão o tema “Mediação Algorítmica da Informação”. A QuartaàsQuatro é uma live promovida semanalmente pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Será emitido certificado para aqueles que acompanharem a live ao vivo, às 16h.

Durante o evento, os palestrantes discutirão em que medida a mediação algorítmica da informação, presente nas mais diversas plataformas da internet, traz obstáculos à autonomia e à liberdade dos indivíduos. Para contextualizar essa discussão, Arthur Bezerra e Marco Antônio de Almeida irão partir do conceito de mediação para problematizar a crença na inteligência artificial e no aprendizado de máquinas como tecnologias que trarão soluções objetivas para os problemas humanos.

Nesse contexto, Arthur Bezerra e Marco Antônio de Almeida vão dialogar sobre como a mediação algorítmica da informação pode aprofundar desigualdades sociais já existentes e atrofiar as perspectivas de diversidade informacional e autonomia, fundamentais nas sociedades livres e democráticas.

Confira o currículo resumido dos palestrantes:

Arthur Coelho Bezerra
Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisador titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do convênio entre o Ibict e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGCI/Ibict/UFRJ). Coordenador do grupo de pesquisa Escritos – Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social. Vice-representante da América Latina do International Center for Information Ethics (ICIE).

Marco Antônio de Almeida
Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Livre-Docente em Ciências da Informação da Universidade de São Paulo (USP) e professor associado ao Departamento de Educação, Informação e Comunicação. É professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da USP. Presidente da Comissão de Cultura e Extensão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (CCEx-FFCLRP).

Clique aqui para programar o lembrete da live (redirecionamento para o canal do Ibict no Youtube).



Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A partir da proposta de estudar a análise da produção científica brasileira em oncologia e de criar uma pesquisa que colaborasse para um problema de grande impacto na sociedade, José Orete do Nascimento produziu um estudo intitulado “Análise da produção científica brasileira em Oncologia: um estudo comparativo entre artigos na base Lattes e os registros hospitalares de câncer”.

A pesquisa de José Orete do Nascimento concedeu a ele em 2020 o título de doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Como conta José Orete do Nascimento, em entrevista especial para o site do Ibict, a tese desenvolvida durante o doutorado teve a proposta “de produzir um estudo que pudesse ter um retorno para a sociedade”.

José Orete do Nascimento explica que, “na minha perspectiva, e por ter o privilégio de fazer parte como aluno da instituição fundadora da nossa área no Brasil, era fundamental voltar-me para um problema visível e de grande impacto para a nossa sociedade”. A tese de José Orete do Nascimento foi conduzida com o objetivo de quantificar os casos de câncer ocorridos no Brasil no período de 2001 a 2018, enviados ao Instituto Nacional do Câncer (INCA) pelos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), categorizando-os por morfologia e topografia, bem como os artigos cadastrados na base Lattes no mesmo período.

Em entrevista para o site do Ibict, José Orete do Nascimento conta um pouco sobre a trajetória de pesquisa da tese, que foi desenvolvida sob a orientação do professor Fabio Castro Gouveia, do corpo docente do PPGCI/Ibict/UFRJ.

Confira!

Ibict: O que motivou a realização do seu estudo?

José Orete do Nascimento: Meu objetivo ao ser aceito para o PPGCI/Ibict/UFRJ sempre foi o de produzir um estudo que pudesse ter um retorno para a sociedade. Na minha perspectiva, e por ter o privilégio de fazer parte como aluno da instituição fundadora da nossa área no Brasil, era fundamental voltar-me para um problema visível e de grande impacto para a nossa sociedade.

Outro fator importante é que sou servidor de carreira do Instituto Nacional do Câncer e, embora não trabalhando diretamente com a assistência aos pacientes, como gestor de tecnologia da informação tenho a noção do impacto dessa doença na vida das pessoas ao percorrer os corredores das quatro unidades hospitalares do INCA. Sabemos por meio de estudos que a prevenção e o tratamento precoce da doença podem salvar muitas vidas. Foi no sentido de buscar respostas e abrir novas possiblidades para aqueles que realizam pesquisas clínicas em câncer que se fundamentou o meu trabalho.

Ibict: Por que estudar o câncer sob a perspectiva da Ciência da Informação é importante?

José Orete do Nascimento: Essa importância se explica porque o câncer é uma das doenças que mais causam mortes no país. Só para exemplificar, o câncer de mama será responsável pela morte de 66.280 mulheres a cada ano no triênio 2020/2022, e 65.840 homens morrerão por câncer de próstata no mesmo período. Daí ser de suma importância uma ciência que se preocupa com a informação em ciência e tecnologia debruçar-se sobre esse tema para saber o número de pacientes diagnosticados pelos vários tipos de tumor, bem como as partes do corpo onde os tumores foram localizados de forma primária, isto é, antes de se espalharem pelo corpo em um processo de metástase.

Por outro lado, é importante saber que tipos de tumores estão entre os mais pesquisados pelos estudos brasileiros para sabermos se estamos pesquisando os tipos de tumores que mais acometem a nossa população. O resultado obtido também pode servir para apontar os tipos de tumores com poucos estudos, e isso ser um caminho promissor, principalmente para estudantes de doutorado em busca de novos desafios em pesquisas clinicas.

Ibict: Quais as dificuldades enfrentadas para a realização do seu estudo?

José Orete do Nascimento: Essa pesquisa me trouxe grandes desafios. A primeira foi fechar seu escopo e, para isso, tive a extraordinária ajuda de meu orientador, o professor Fábio Gouveia. Depois, trabalhar com dois grandes volumes de dados. Os artigos cadastrados pelos pesquisadores em seus currículos na base Lattes (27.545) e os casos de câncer, obtidos dos Registros Hospitalares de Câncer (3.171.875), uma base de dados abertos disponibilizada pelo INCA, levaram-me a desenvolver vários scripts em linguagem Python e R, tecnologias desconhecidas para mim até então e que tive que dominar para realizar o trabalho.

O tratamento de unicidade dos artigos também foi um grande desafio compartilhado com meu orientador. Foram identificados 40.791 pesquisadores na base Lattes com trabalhos relacionados a câncer. Muitos desses trabalhos foram realizados em parceria com outros pesquisadores, o que os levou a cadastrarem o mesmo trabalho em seus currículos provocando uma duplicidade de artigos que teve que ser identificada e eliminada, pois para esse estudo eu só poderia contar um determinado artigo uma única vez.

Ibict: Poderia contar um pouco sobre os principais resultados apontados pelo seu estudo?

José Orete do Nascimento: O trabalho possibilitou descobrir que o câncer de mama é o de maior ocorrência (530.533 casos) e também aquele para qual se produziu o maior número de artigos (3.786 artigos). Porém, para o câncer de próstata, o terceiro de maior incidência (416.401 casos) e o segundo com a previsão de provocar o maior número de mortes entre os homens a cada ano no triênio 2020/2022 (65.840), o número de artigos é de apenas 207. Muito inferior ao número de artigos produzidos para o câncer de rim (681) e que não faz parte do top dez dos tipos de câncer de maior letalidade na população brasileira.

Em relação às morfologias, o carcinoma é o grande vilão. Foram identificados 1.856.311 casos de câncer para esse tumor. Ele também está no topo entre as morfologias estudadas. Foram produzidos 3.844 artigos tendo o carcinoma como fonte de estudos. Porém, para o adenocarcinoma, o segundo tumor de maior incidência na população brasileira (835.260 casos), foram produzidos somente 99 artigos. Esses resultados apontam novos horizontes de pesquisa, principalmente aos novos pesquisadores, que podem utilizar esse estudo como fonte para definir seus projetos de pesquisa.

Ibict: Quais as conclusões do seu estudo?

José Orete do Nascimento: Concluí que das dez topografias com maior ocorrência nos casos de câncer, seis estão entre aquelas com maior número de artigos publicados e cadastrados na base Lattes, e que a topografia com maior número de ocorrência entre os casos de câncer também é aquela com maior número de artigos publicados na amostra dessa pesquisa. Também foi possível concluir que entre as dez morfologias com maior número de casos de casos de câncer, seis estão entre a dez principais morfologias encontradas nos artigos publicados e cadastrados na amostra da base Lattes, e que a principal morfologia encontrada nos casos de câncer também é a principal morfologia estudada nos artigos.

Podemos dizer, então, que a pesquisa em câncer realizada no Brasil entre os anos de 2001 e 2018 teve como foco os principais tipos de câncer que ocorrem na população brasileira. O estudo também conclui que há necessidade de maior foco em determinadas morfologias, carcinoma, por exemplo, e que há tipos de câncer raros que devem ter um foco maior entre os pesquisadores.

Ibict: Outros estudos nesse sentido poderiam ser realizados? Quais?

José Orete do Nascimento: Sem dúvida alguma, novos estudos podem ser realizados a partir desses dados e das conclusões dessa pesquisa, entre eles, a busca pela comprovação das razões que levam ao número reduzido de pesquisas sobre as morfologias com maior incidência na população brasileira. Além disso, outros temas como a estratificação dos casos de câncer por geografia, a identificação de topografias e morfologias por estados e municípios e a migração dessas pessoas em busca de tratamento.

Outro trabalho importante seria a identificação da produção dos centros de pesquisas em câncer, por meio da produção científica de seus colaboradores cadastrados na base Lattes, e o volume de suas contribuições ao país na busca pelo enfrentamento dos vários tipos de câncer e das morfologias citadas nesse trabalho.

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A tese de José Orete do Nascimento pode ser encontrada em versão completa no Repositório Institucional do Ibict. Clique aqui para ler.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/Escola de Comunicação – ECO) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), está com as inscrições abertas para o processo seletivo para os cursos de mestrado e doutorado, com início no primeiro semestre letivo de 2022.

A inscrição para o processo seletivo deverá ser efetuada via formulário eletrônico no período de 23 de agosto a 22 de setembro de 2021. O formulário eletrônico de solicitação de inscrição e os modelos de documentação estão disponíveis no site do PPGCI/IBICT/UFRJ, na aba “Ingresso” (clique aqui para acessar o site do Programa).

Estão previstas 23 vagas para o curso de mestrado e 14 para o doutorado, sendo parte delas destinadas à ampla concorrência e outra parte para ações afirmativas especificadas nos respectivos editais. As etapas do processo de seleção são divididas em três fases: 1) análise do pré-projeto de pesquisa; 2) entrevista; e 3) exame de compreensão da língua inglesa.

Sobre o PPGCI/Ibict/UFRJ:

O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação oferece cursos de mestrado acadêmico e de doutorado em Ciência da Informação, tendo como objetivo geral a formação para a pesquisa e o aprimoramento em alto nível de profissionais comprometidos com o avanço do conhecimento nesse campo. O Programa tem origem no Curso de Documentação Científica (CDC), criado pelo Ibict em 1955, em nível de especialização, que foi oferecido por cerca de 35 anos ininterruptamente. Em 1970, o Ibict deu início ao curso de mestrado em Ciência da Informação, pioneiro na introdução desse campo do conhecimento no Brasil e na América Latina. O doutorado em Ciência da Informação foi iniciado em 1994.

Área de concentração:

As pesquisas e disciplinas do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação estruturam-se na área de concentração “Informação e Mediações Sociais e Tecnológicas para o Conhecimento”, que, por sua vez, organiza-se em duas linhas de pesquisa, nas quais atuam seus docentes e discentes. As linhas de pesquisa são “Comunicação, Organização e Gestão da Informação e do Conhecimento” e “Configurações Socioculturais, Políticas e Econômicas da informação”.

SERVIÇO:

Mestrado: Para acessar o edital e os templates para o processo seletivo do mestrado clique aqui.

Doutorado: Para acessar o edital e os templates para o processo seletivo do doutorado clique aqui.

Site do PPGCI/Ibict/UFRJ: http://www.ppgci.ufrj.br/pt/.

E-mail para dúvidas: Todo e qualquer contato a respeito do processo seletivo deverá ser feito por meio do endereço de correio eletrônico coordenacaoppgci@eco.ufrj.br.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O tema “Ética da Informação e Regimes de Verdade” será discutido pelos pesquisadores Arthur Bezerra, Marco Schneider e Rafael Capurro na próxima QuartaàsQuatro, live promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Será emitido certificado para aqueles que acompanharem a live ao vivo, no dia 19, às 16h.

A partir da pergunta “De que verdade (quem?) está falando quando (quem?) fala sobre o termo ‘pós-verdade’?”, de autoria do filósofo uruguaio Rafael Capurro, professor emérito de Ciências e Ética da Informação da Universidade das Mídias de Stuttgart, na Alemanha, os pesquisadores Arthur Bezerra e Marco Schneider dialogarão sobre o tema central da próxima QuartaàsQuatro.

Arthur Bezerra e Marco Schneider são professores do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict, e também integrantes do grupo de pesquisa Escritos - Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social.

Em 2017, Bezerra, Capurro e Schneider publicaram o artigo "Regimes de Verdade e Poder: dos Tempos Modernos à Era Digital" (clique aqui para ler), tema que pretendem revisitar na QuartaàsQuatro. Tendo como ponto inicial a reflexão sobre a recente popularidade do termo pós-verdade, os pesquisadores pretendem abordar diferentes noções de verdade que encontraram morada na história humana dos últimos séculos. Também será conduzido um debate sobre o lugar da verdade e da ética no atual regime de desinformação das redes digitais.

Clique aqui para acessar o link direto da transmissão (redirecionamento para o canal do Ibict no Youtube).

Confira o currículo dos palestrantes:

Arthur Coelho Bezerra (PPGCI/Ibict/UFRJ)
Doutor em Ciências Sociais pela UFRJ. Pesquisador Titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Professor do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do convênio Ibict/UFRJ. Coordenador do grupo de pesquisa Escritos - Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social. Vice-representante da América Latina do International Center for Information Ethics (ICIE). 

Marco Schneider (PPGCI/Ibict/UFRJ)
Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador Titular do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Professor do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do convênio Ibict/UFRJ. Professor Associado da Universidade Federal Fluminense (UFF). Coordenador do grupo de pesquisa Perfil-i - Perspectivas Filosóficas em Informação. Representante da América Latina do International Center for Information Ethics. 

Rafael Capurro (University of Pretoria, South Africa)
Doutor em Ciências da Filosofia pela Universidade de Düsseldorf, na Alemanha. Tem pós-graduação em Filosofia Prática pela Universidade de Stuttgart, na Alemanha. Professor emérito de Ciências e Ética da Informação, da Universidade das Mídias de Stuttgart. Fundador do International Center for Information Ethics.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações do grupo de pesquisa Escritos

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Está disponível para acesso livre e integral o vídeo com o III Painel de Altos Estudos PPGCI/Ibict/UFRJ – 50 anos de pesquisa em Ciência da Informação em América Latina e Caribe. O evento foi realizado no último dia 07 de maio pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

O III Painel de Altos Estudos foi conduzido com foco nos estudos de estágios pós-doutorais realizados sob supervisão de professores do PPGCI/Ibict/UFRJ. A apresentação marcou a abertura do ano letivo do PPGCI/Ibict/UFRJ.

Confira quais foram as palestras realizadas:

Contrabando de Informação em Brecht e Benjamin
Marco Antonio Bonetti  (UFJF)
Supervisão: Marco Schneider

O discurso que define a mediação da leitura em Biblioteconomia e Ciência da Informação
Patrícia Vargas Alencar (PPGB/UNIRIO)
Supervisão: Gustavo Saldanha

Desenvolvimento de um repositório digital para o laboratório em rede de humanidades digitais/LARHUD
Márcia Cavalcanti (MPGTQAC/USU)
Supervisão: Ricardo Pimenta

O uso de bots sociais em campanhas políticas no Brasil
Débora Salles (UFRJ)
Supervisão: Rose Marie Santini

Informação em Gilbert Simondon
Danilo Melo (UFF)
Supervisão: Ricardo Pimenta

O vídeo está disponível na página do PPGCI/Ibict/UFRJ no Youtube. Clique aqui para assistir.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A experiência dos pesquisadores Fernanda Valle e Gustavo Saldanha com o tema “Filosofia da Linguagem e Espectro Autista” motivou a realização da última QuartaàsQuatro, promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), no último dia 28. Fernanda Valle, que é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre o Ibict e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), contou na live sobre a pesquisa intitulada “Comunico, logo existo: o protagonismo da linguagem e os dilemas classificatórios do Transtorno do Espectro Autista”, que vem realizando sobre orientação de Gustavo Saldanha no doutorado. Saldanha é pesquisador titular do Ibict e professor do corpo docente do PPGCI/Ibict/UFRJ.

Durante a live, os pesquisadores apresentaram questões conceituais e estruturais em relação ao Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), como Filosofia da Linguagem, o TEA e as áreas do conhecimento e a organização do conhecimento. Como explicou Fernanda Valle, é preciso pensar que o autismo foi concebido socialmente e isso é refletido também na maneira como o conhecimento sobre o assunto também foi construído, incluindo a relação com a Ciência da Informação.  

Fernanda Valle e Gustavo Saldanha vêm sendo reconhecidos em relação às pesquisas conduzidas sobre Transtorno do Espectro Autista. No início de abril, os pesquisadores foram os os únicos representantes brasileiros no evento internacional Inclusive Library Programmes for Users with Autism Spectrum Disorder (ASD): Practices and Potential Development (Programas de Biblioteca Inclusivos para Usuários com Transtorno do Espectro Autista: Práticas e Desenvolvimento Potencial), quando debateram o tema "Do Espectro do Autismo às Várias Maneiras de Ler – Os livros e o Mundo (em inglês: From the Autism Spectrum to the Multiple Ways of Reading – the Books and the World).

Em relação ao assunto, Fernanda Valle e Gustavo Saldanha discutiram na QuartaàsQuatro sobre as práticas de leitura, a formação de leitores e o acesso aos livros das pessoas com TEA. “Ler e escrever são direitos de todos os seres humanos. Então, a partir disso, surge o questionamento: como garantir esses direitos às pessoas com TEA?". Diante desse aspecto, Fernanda Valle explicou que é preciso deslocar o olhar voltado exclusivamente para o livro e pensar em formas de acesso pleno a todos os leitores, entre eles as pessoas com TEA. Para a pesquisadora, ainda há muito a debater sobre o assunto, de modo a garantir a plena cidadania a todos os seres humanos.

O autismo no espelho da classificação – É possível conhecer um pouco da pesquisa em curso em um estudo publicado por Fernanda Valle e Gustavo Saldanha intitulado (Des)informação em Saúde: o autismo no espelho da classificação, que busca estimular os pesquisadores da Ciência da Informação a se tornarem agentes importantes na compreensão dos fenômenos informacionais no campo, especialmente em relação à organização e à representação do conhecimento. Neste texto também são abordadas questões como a construção dos discursos identitários, a definição ontológica do ser e as classificações científicas em saúde. Clique aqui para acessar.

Acesse a live em versão integral abaixo ou clique aqui para acompanhar a live na página do Ibict no Youtube.




Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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No último dia 12 (segunda-feira), o grupo de pesquisa "Ecce Liber: filosofia, linguagem e organização dos saberes" lançou o programa "Circuito Fillin: Filosofia da linguagem nos estudos informacionais", que contará com palestras e diálogos sobre a construção epistemológica da Ciência da Informação.

A primeira palestra do programa foi dedicada ao tema Semiótica e Informação e contou com presença do professor Paulo César Castro (Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ) e mediação do professor Gustavo Saldanha, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a UFRJ e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).  

O grupo de pesquisa "Ecce Liber: filosofia, linguagem e organização dos saberes" surgiu em 2011, então como grupo de discussão, no contexto das experiências de docentes e discentes da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em 2013, o coletivo foi formalizado em uma parceria entre o Ibict, a UFRJ e a UNIRIO.

A palestra está disponível em versão integral no EcceLiberTube, o canal no Youtube do grupo de pesquisa. Clique aqui para acessar a palestra.

Conheça o palestrante Paulo César Castro: Professor Associado da Escola de Comunicação da UFRJ, doutor em Comunicação e Cultura, diretor do Centro Internacional de Semiótica e Cultura (CISECO) e professor colaborador do PPGCI/Ibict/UFRJ, onde realiza pesquisa sobre algoritmos, big data e cultura. 

Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em jornalismo impresso e online e produção editorial. Membro do Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC) e do Grupo de Pesquisa em Políticas e Economia da Informação e da Comunicação (PEIC) da ECO-UFRJ. É tutor do Programa de Educação Tutorial (PET) da ECO-UFRJ e lá desenvolve pesquisas de iniciação científica com temáticas associadas às redes sociais online.

SERVIÇO:
Palestra Semiótica e Informação e lançamento do programa "Circuito Fillin: Filosofia da linguagem nos estudos informacionais"
Clique aqui para assistir (redirecionamento para o canal do Ecce Liber no Youtube).

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A pesquisadora Marcelle Costal de Castro dos Santos foi a ganhadora da categoria Regional Sudeste do curso de Biblioteconomia do Concurso de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de 2020 da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN). Marcelle Costal é pesquisadora da Coordenação de Articulação, Geração e Aplicação de Tecnologia do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (COTEC/Ibict), e atua no projeto de Sistematização e Desenvolvimento do Sistema Nacional de Juventude (SINAJUVE). Além disso, é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict.

A conquista do prêmio veio com o trabalho de conclusão de curso de Biblioteconomia intitulado “Competência em informação para gestão de dados de pesquisa: um olhar para a formação do(a) bibliotecário(a)”, defendido na UFRJ, sob orientação de Marianna Zattar e coorientação de Luana Sales. No trabalho, Marcelle Costal discutiu questões relacionadas aos desafios da gestão e da curadoria de dados e as habilidades técnicas e tecnológicas a serem desenvolvidas pelos bibliotecários que estejam relacionadas à competência em dados.

Marcelle Costal explica que é um privilégio fazer parte da equipe do Ibict. “Para mim, enquanto aluna e pesquisadora do Ibict, é uma honra poder representar essa instituição que nos incentiva muito em pesquisa e desenvolvimento. Sempre há temáticas novas para estudarmos e, diariamente, consigo aliar os conhecimentos estudados com as atividades como pesquisadora”, conta Marcelle Costal.

O trabalho de conclusão de curso da pesquisadora ainda não foi disponibilizado ao público para acesso online. No entanto, é possível conhecer um pouco sobre a pesquisa conduzida por Marcelle Costal nas publicações abaixo que são frutos do trabalho de conclusão de curso.

Confira:

Competência em Dados: habilidades na atuação e formação do bibliotecário
Marcelle Costal, Luana Sales e Marianna Zattar
Revista BIBLOS, v. 34, n. 2 (2020). Disponível clicando aqui.

Competência em Informação como Mecanismo de Promoção da Gestão de Dados de Pesquisa
Marcelle Costal, Luana Sales e Marianna Zattar
IX Encuentro Ibérico EDICIC 2019. Dados Abertos e Inclusão Digital na Era do Big Data, 9 a 11 de julho de 2019. Disponível clicando aqui e aqui.

A equipe do Ibict parabeniza a pesquisadora e deseja sucesso em sua jornada acadêmica e profissional.



Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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