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A partir deste ano, o mês de outubro passou a ser oficialmente o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações. A data, que agora será comemorada todos os anos, foi instituída por decreto Nº 10.497/2020, publicado em setembro.

Para celebrar a data, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) promove durante todo o mês, em conjunto com suas instituições vinculadas, uma série de atividades de popularização da ciência voltadas para a aproximação do tema à população. A ideia desta primeira edição é inspirar toda a família, sobretudo as crianças e os jovens, promovendo, assim, melhorias na qualidade de vida das pessoas.

No dia 3 de outubro, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) foi o responsável por toda a programação online do evento, que contou com uma série de atividades, entre palestras e oficinas transmitidas pelo canal do MCTI no Youtube ao longo do sábado.

A programação inicial foi a exibição de um vídeo sobre o instituto. Em seguida, aconteceu um bate-papo sobre os projetos e serviços do Ibict, que contou com a apresentação das atividades do dia, por parte da diretora do Ibict Cecília Leite, e a fala dos coordenadores gerais do instituto.

Cecília Leite, ao abrir a transmissão, explicou que a missão da organização é contribuir para a infraestrutura informacional do País. “A informação é a base do conhecimento, da inovação, da pesquisa e sem a organização e disseminação das informações, o conhecimento tem muita dificuldade de avançar”, disse.

Em seguida, a diretora do Ibict contextualizou as atividades realizadas em suas coordenações, com a participação de Bianca Amaro (Coordenação-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados), Tiago Braga (Coordenação-Geral de Tecnologias de Informação e Informática), Gustavo Saldanha (Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação) e Anderson Itaborahy (Coordenação-Geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Produtos).

A segunda atividade do dia foi a palestra “Ciência Aberta e Inteligência Artificial”, com Washington Segundo, coordenador da área de Tratamento, Análise e Disseminação da Informação Científica do Ibict. Ele explicou a questão da infraestrutura para repositórios de dados de pesquisa e as aplicações disso para a inteligência artificial.

“O papel do Ibict é o de dar suporte para a criação de repositórios, bibliotecas digitais e revistas eletrônicas”, refletiu. O coordenador apresentou o Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto (oasisbr), formado por uma rede de mais de 500 instituições, as quais agregam aproximadamente 2,6 milhões de documentos.

A parte da manhã contou ainda com a oficina “A competência em informação como subsídio nas práticas escolares e acadêmicas”, promovida pelo Canal Ciência, projeto de produção de conteúdos de divulgação científica e tecnológica do Ibict. A atividade foi ministrada por Joelma Carneiro, Abrão Rodrigues Neto e Valquíria Leite, que abordaram como incentivar as competências em informação nas escolas.

No início da tarde, foi a vez do coordenador-geral de Tecnologias de Informação e Informática (CGTI), Tiago Braga, falar sobre “Visualização de Dados como Instrumento de Promoção da Democracia”. Segundo ele, uma democracia só é fortalecida se há acesso a dados abertos e que, neste sentido, dados são importantes para além das vivências individuais, mas também para as relações com o outro”.

Como exemplo prático, Tiago demonstrou o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão), desenvolvido em código aberto pelo Ibict e explicou como a plataforma pode auxiliar numa melhor interpretação de informações a partir da forma como são apresentadas à população.

Anderson Itaborahy, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Produtos (CGNP), iniciou a palestra “Aventuras na Sociedade da Informação” citando o geógrafo baiano Milton Santos ao apresentar a evolução dos processos de produção do meio geográfico, que o autor divide em três grandes momentos: “Natural, Técnico e o qual vivemos hoje, Técnico-científico-informacional”.

“Neste terceiro período, a informação é o principal fator que define, por exemplo, o grau de riqueza e poder de uma nação. Por outro lado, a sociedade pode sofrer com o paradoxo da plenitude, ou seja, a dificuldade para lidar com o grande volume de informações. A Sociedade da Informação não é essencialmente boa ou ruim, mas o estágio atual da evolução das sociedades e parece avançar de forma inexorável por todo o mundo”, relata.

Já no bate-papo com o cientista, a doutora em Biotecnologia Vegetal e pesquisadora do Canal Ciência do Ibict, Hetiene Pereira Marques, conduziu uma conversa didática e elucidativa sobre o grafeno, o primeiro nanomaterial bidimensional a ser isolado em laboratório.

O encontro teve a participação de Ricardo Schaefer, co-fundador e CEO da Planar Consultoria em Grafeno e Diego Piazza, pesquisador e professor da Universidade de Caxias do Sul, que apresentaram um histórico do material, as possibilidades de utilização, o status atual das pesquisas sobre o tema e enfatizaram a importância da inovação e tecnologia na sociedade.

A última palestra do dia foi apresentada por Fábio Castro Gouveia, tecnologista em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (convênio entre o Ibict e a Universidade Federal do Rio de Janeiro) e do Mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde da Fiocruz. Como explicou em sua fala, “a ciência tem se mostrado cada vez mais fundamental e está presente em todas as esferas, inclusive nas próprias redes sociais”.

Durante a palestra, intitulada "Estudos Métricos da Informação e sua Importância para o Desenvolvimento da Ciência", o professor discutiu as metrias da informação, explicou questões relacionadas ao fator de impacto das revistas científicas e a complementaridade das métricas sociais, bem como trouxe questões dos estudos de redes de pesquisa. O tecnologista também afirmou que as trocas de conhecimento por intermédio das diversas formas de publicações são fundamentais para o desenvolvimento da ciência.

O evento contou ainda com uma entrevista com a diretora do Ibict, Cecília Leite, realizada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes (confira matéria sobre a entrevista aqui). Caso tenha perdido a programação ou queira rever algo, acesse o canal do MCTI no YouTube, onde todos os vídeos estão disponíveis.

Carolina Cunha, Lucas Guedes e Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O ministro Marcos Pontes anunciou, em cerimônia realizada na noite de 20 de maio, o lançamento do portal #CiênciaMCTICnoCombate #COVID19, uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que conta com atuação direta do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

O evento aconteceu no auditório do MCTIC e contou com a participação da diretora do Ibict, Cecília Leite, do secretário executivo do MCTIC Julio Semeghini, do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Evaldo Vilela e do deputado federal Cezinha de Madureira. Participaram ainda, por videoconferência, a diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Noleto e do presidente da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Sigmar Rode.

Com o objetivo de sistematizar e disponibilizar informações científicas sobre a COVID-19, o portal servirá como um agregador de ações do Ibict, bem como de outros órgãos de apoio ou unidades vinculadas ao MCTIC, que estejam lidando com o tema e que possam auxiliar a sociedade a ter acesso oficial e de qualidade a dados sobre a pandemia.

Para Marcos Pontes, a única arma para combater a pandemia é a ciência. “Tenho certeza que este portal vai ser extremamente importante para alavancar as pesquisas e para trazer informações rápidas. Um portal como este tem uma capacidade gigantesca de ajudar nossos cientistas e nossa sociedade a conhecerem melhor este problema e encontrar soluções”, relata o ministro.

Cecília Leite, diretora do Ibict, afirma que a parceria com o MCTIC para o desenvolvimento do portal “é uma grande oportunidade de poder reunir as informações existentes sobre o coronavírus e facilitar o trabalho de pesquisa, mas também de deixar muito clara a importância da ciência da informação neste momento”.

A estrutura do portal

O portal é dividido em quatro áreas: Rede Vírus MCTIC, com atividades promovidas pelo ministério; Infográfico Interativo, que permite a visualização de dados relacionados à COVID-19; Universo Científico, com ações de disseminação de informações científicas para pesquisadores e Ciência em Casa MCTIC, com atividades científicas, jogos e informações destinadas a levar à população o conhecimento científico de forma lúdica.

Rede Vírus MCTIC é um comitê de assessoramento estratégico que reúne especialistas, representantes de governo, agências de fomento do ministério, centros de pesquisa e universidades cujo objetivo é integrar iniciativas em combate a viroses emergentes. Criada pelo MCTIC, a rede atua na articulação de laboratórios de pesquisa, com foco na eficiência econômica e na otimização e complementaridade da infraestrutura e de atividades de pesquisa, em especial com o coronavírus.

No Infográfico Interativo, baseado no Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão), será possível obter dados e informações oficiais e atualizadas por estado relacionadas à pandemia e permite a interação com outros tipos de dados oficiais, como população por faixa etária, lista de hospitais de referência, além de ser possível a aplicação de filtros geográficos. Há também uma linha do tempo em que são organizadas informações cronológicas de diversas fontes relacionadas à COVID-19.

Em Universo Científico são apresentadas ações relacionadas à pesquisa na temática do coronavírus, que podem ser acessadas a partir de nove categorias: Diretório de fontes de informação científica de livre acesso sobre o coronavírus, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio da UNESCO; Rede de especialistas e pesquisas; Repositório de pré-prints EmeRI, com apoio da ABEC; Observatório de evidências científicas sobre a COVID-19; lista de fontes de fomento; perfil bio-bibliográfico de especialistas brasileiros que estudam a doença; lista de portais sobre a COVID-19 pelo mundo; Acessibilidade – COVID-19, com informações sobre a doença para comunidades de cegos e de surdos; e o Boletim Temático do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Já o Ciência em Casa MCTIC traz grande parte do conteúdo do Canal Ciência do Ibict, com atividades científicas, jogos e informações apresentadas de forma lúdica e divertida para alunos e professores de ensino fundamental e médio que estão em casa no período de isolamento.

O portal também está formando um banco de voluntários com pessoas que já contraíram o vírus COVID-19 e estão recuperadas, não apresentando carga viral.

O projeto foi liderado pela equipe do Gabinete do MCTIC com atuação direta da Secretaria de Políticas para Formação e Ações Estratégicas (SEFAE) e pela diretoria do Ibict, por meio da Coordenação-geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Produtos (CGNP), pela Coordenação-geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados (CGPC) e pela Coordenação-geral de Tecnologias da Informação e Informática (CGTI).

Clique aqui para acessar ao portal.

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O setor produtivo brasileiro tem enfrentado uma série de consequências com a pandemia do novo coronavírus e vivenciado grandes impactos econômicos na indústria, no comércio e nos serviços de pequeno, médio e grande porte.

Com as restrições de circulação da população e a paralização temporária de alguns serviços, como forma de prevenção e combate ao vírus, os microempreendedores tendem a ser bastante afetados em decorrência da diminuição das vendas.

Desde 2004, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com apoio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), mantém o Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas, o SBRT, um sistema gratuito de informação tecnológica que tem a missão de orientar na solução de problemas em produtos, sobretudo de pequenos negócios. O serviço conta ainda com a parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Em novembro de 2019, na comemoração dos 15 anos do SBRT, o ministro Marcos Pontes destacou a importância do serviço. “A real finalidade de um ministério como o MCTIC é reduzir o gap entre produção de conhecimento e produção de inovação”, disse no evento, que contou com a presença de representantes das instituições parceiras e de empresários beneficiados pelo programa.

Durante a pandemia, o serviço tem sido uma fonte essencial de pesquisa para microempreendedores que querem começar um novo negócio, que precisam melhorar seus processos de produção ou desenvolver novos produtos. Por meio do serviço, podem contar com soluções personalizadas para resolver problemas de tecnologia de baixa complexidade em diversas áreas de atuação.

Para Marcel Garcia de Souza, coordenador de Tecnologias Aplicadas a Novos Produtos do Ibict (COTEA), o SBRT vai ajudar pessoas que necessitam se reinventar e buscar novas fontes de renda em meio à crise. “O SBRT é uma ferramenta poderosa no período da pandemia e vai ajudar pessoas que ficaram desempregadas, que queiram se aprofundar mais em seus negócios ou até mesmo iniciar um novo projeto”, explica.

Segundo o coordenador, houve um aumento significativo das pesquisas no site em relação ao mesmo período do ano passado e já há, inclusive, questões relacionadas diretamente à pandemia. Como exemplo, há uma resposta técnica publicada recentemente, que apresenta informações sobre os materiais de fabricação de máscaras de proteção ao COVID-19 por meio de impressoras 3D. Com uma introdução ao tema, seguida de recomendações, o documento apresenta dados científicos e referenciados, que proporcionam ao usuário toda a base necessária para a realização do procedimento requisitado.

Há ainda soluções para questões relacionadas à fabricação de álcool gel 70%, de respiradores mecânicos e ventiladores pulmonares até melhores formas de higienização de roupas em durante a pandemia. As respostas são personalizadas na forma de documentos técnicos que ficam armazenados na base de conteúdos hospedada pelo Ibict.

Para acessar as respostas mais recentes, clique aqui.

Como funciona o SBRT

No intuito de atender as demandas de empreendedores que necessitam de informações técnicas para a melhoria de seus produtos e processos, o SBRT possui um banco de dados com quase 34 mil respostas e dossiês técnicos, resultado de cerca de 66 mil perguntas realizadas pelos usuários da plataforma com mais de um milhão de acessos diretos aos seus conteúdos desde a sua criação.

Para elaborar as repostas técnicas, fazem parte da rede: Agência USP de Inovação – Universidade de São Paulo (AUSPIN), Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB), Instituto Euvaldo Lodi da Bahia (IEL/BA), Instituto Euvaldo Lodi de Minas Gerais (IEL/MG), Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (Redetec), Sistema Integrado de Respostas Técnicas da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (SIRT/UNESP), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial/Departamento Regional do Amazonas (Senai/AM) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial/Departamento Regional do Rio Grande do Sul (SENAI-RS).

Quem se interessar em enviar uma questão, basta realizar um cadastro no site do SBRT e preencher os campos solicitados. Antes de realizar a solicitação, recomenda-se fazer uma busca para consultar o banco de Informação e verificar se já não existe uma resposta. Caso não encontre, deve-se escolher a opção “Fazer Nova Solicitação”, que será encaminhada automaticamente à instituição integrante da rede mais próxima de você e respondida por especialistas.

O sistema envia, então, um link da resposta para o endereço de e-mail informado no cadastro com a solução personalizada, que será publicada na base de dados do sistema de informação SBRT (sem identificação do autor da pergunta) para divulgação e livre utilização por outros empreendedores ou microempresários que estejam passando pela mesma necessidade tecnológica. O prazo para a resposta é de 8 dias.

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou o site Ciência em Casa MCTIC, um espaço que traz atividades científicas, jogos e informações destinadas a levar à população o conhecimento científico de forma lúdica e divertida.

O anúncio da ação, que conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), foi feito na tarde de ontem (14/04) pelo ministro astronauta Marcos Pontes, na coletiva de imprensa cedida no Palácio do Planalto, em Brasília.

Para o ministro, o site pode contribuir para a educação científica durante a quarentena, uma vez que as crianças podem usufruir de seus atrativos durante o tempo em que estiverem em casa. “É uma boa maneira para se divertir e aproveitar para conhecer mais sobre Ciência e Tecnologia".

A diretora do Ibict, Cecília Leite, diz que está muito satisfeita com a contribuição do Ibict neste momento de pandemia, pois as atividades propostas podem ajudar especialmente as pessoas que estão em casa sem acesso presencial à escola.“ O Ibict, junto ao ministério, tem exercido seu papel na disseminação da divulgação científica e deixado um legado positivo no que diz respeito à Ciência e Tecnologia neste tempo de quarentena”, afirma.

Tiago Braga, coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática (CGTI) explica que o site possui uma navegação linear e direta que permite o acesso de qualquer conteúdo com apenas dois cliques. “Toda a parte de concepção e desenvolvimento tecnológico foi construído pelo Ibict no intuito de permitir que as pessoas possam acessar o conteúdo a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, não requer nenhum tipo de acesso especial, como logins e senhas”.

Para Wagner Fischer, responsável pelo Canal Ciência do Ibict, o objetivo do Ciência em Casa MCTIC é reverberar muito do que o Ibict já faz por meio do Canal, projeto da Coordenação de Redes e Serviços de Informação de Novos Produtos (CORES) que cedeu grande parte de seu conteúdo para o novo site, podendo levar divulgação científica e tecnológica de forma mais interessante para alunos e professores de ensino fundamental e médio que estão em casa.

O site fará parte de um novo portal com lançamento previsto para os próximos dias, que busca sistematizar e disponibilizar as informações sobre a COVID-19. O espaço contará com seções como Rede Vírus MCTIC, com atividades promovidas pelo ministério; Infográfico Interativo (Visão), que permite a visualização de dados relacionados à COVID-19; e Universo Científico, com ações de disseminação de informações científicas para pesquisadores.

Para acessar o Ciência em Casa MCTIC, clique aqui.

Lucas Guedes, Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) iniciou nesta segunda-feira (21) milhares de atividades em todo o Brasil para aproximar crianças, jovens e adultos da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Na cerimônia de abertura do evento, realizada no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, destacou que o objetivo da iniciativa é desmistificar a ciência e inspirar as novas gerações.

“Um evento como esse traz a ciência para próximo das pessoas de maneira desmistificada, para derrubar aquela ideia de que ciência é algo que ninguém entende. Aqui a gente tem a possibilidade de as pessoas verem a ciência e tecnologia como parte do seu dia a dia. Eu espero que muitas escolas visitem os estandes, onde essas crianças e jovens vão ter inspiração para sua escolha para o futuro”, destacou.

Para reforçar a importância da presença de crianças e adolescentes na ciência e tecnologia, na abertura da SNCT, o ministro contou que, durante sua infância, realizava visitas para assistir a Esquadrilha da Fumaça, no interior de São Paulo. Conforme o ministro, as visitas e a receptividade com a qual ele, então criança, era recebido, foram fundamentais para o trabalho no futuro, com a Força Aérea Brasileira. 

“A ciência está no nosso dia a dia, em cada coisa que nós fazemos. Nesse sentido, o MCTIC é uma espécie de caixa de ferramentas que pode colaborar com várias áreas e organizações. A ciência e a tecnologia são fundamentais para criar soluções e ajudar para o crescimento do país”, acrescentou o ministro Marcos Pontes.

O ministro também revelou que o tema da SNCT para o ano que vem será Inteligência Artificial. “Nós estamos nos preparando para fazer o lançamento de oito laboratórios de inteligência artificial no Brasil. Sendo um deles focado na fronteira de inteligência artificial e segurança cibernética e sete deles de IA aplicada ao agronegócio, à saúde, a cidades inteligentes. Então ‘Inteligência Artificial: a Nova Fronteira da Ciência Brasileira’ será nosso tema”, disse.

A cerimônia contou também com o lançamento de um selo personalizado e um carimbo comemorativo dos Correios, feitos especialmente para a 16ª SNCT, além de uma homenagem ao jovem Victor Fellipe Souza Silva, vencedor do concurso de desenhos que elegeu a identidade visual da 16ª SNCT. O aluno entregou uma caixa cheia de cartas de estudantes da Escola Municipal Clóvis Guerra, de Anápolis (GO), convidando o ministro Marcos Pontes a visitar a instituição.

Ibict na SNCT – A diretora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Cecília Leite, presente durante as celebrações de abertura da SNCT, explicou a importância de o Instituto estar representado no evento.

“É a oportunidade de mostrarmos para o grande público que vem aqui, especialmente as crianças e os adolescentes, o que significa informação em ciência e tecnologia e como ela é fundamental para que todos os seguimentos da ciência e tecnologia possam crescer. Isso porque sem informação, sem integração de informação e sem organização da informação, o conhecimento também não se organiza”, explicou a diretora

O Ibict estará presente na SNCT com um estande e atividades diversas como palestras, jogos e oficinas voltadas para crianças e adolescentes. No estande, o Canal Ciência realizará jogos com atividades em ciência e tecnologia e uma oficina sobre internet, navegação e informação.

Além das atividades do Canal Ciência, o Ibict vai levar o jogo “Feche o Ciclo”, uma iniciativa conjunta da equipe de pesquisadores da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) do Ibict e da Coordenação Geral de Bioeconomia do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Serviço

Semana Nacional da Ciência e Tecnologia no DF

Participação do Ibict:

Data: 21 a 27 de outubro

Horário: das 9h às 20h de segunda a sábado; das 10h às 17h no domingo

Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

Entrada gratuita

Confira a programação da 16ª SNCT no site https://snct.mctic.gov.br

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social
Com informações da ASCOM do MCTIC

Foto: Márcio Nascimento (ASCOM/MCTIC)




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