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A coordenadora geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Bianca Amaro, participará de um debate sobre a "A Ciência Aberta nas instituições públicas de ensino". O evento on-line será realizado durante a Semana do Livro e da Biblioteca do IFRN, no dia 29, às 19h15. Bianca Amaro também é presidente da Rede Federada Latino-Americana de Repositórios Institucionais de Publicações Científicas (LA Referencia). Ao lado de Bianca Amaro, integrará o debate o pesquisador Rafael Hernandez. 

A Semana do Livro e da Biblioteca do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), organizada pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) do Instituto, propõe o diálogo sobre o compromisso da ciência e a necessidade de democratização do conhecimento científico para a sociedade, bem como refletir acerca da ciência aberta. Nessa perspectiva, traz o seguinte tema para discussão: “Instituições públicas, comunidades científicas e bibliotecas: inter-relações necessárias para a Ciência Aberta”.

O evento é aberto a toda a comunidade interessada nas temáticas abordadas e acontecerá de forma online nos dias 29 e 30 de outubro de 2020 com palestras, atividades culturais e webinários. O evento será realizado de maneira totalmente on-line por meio do canal "Bibliotecas IFRN" no Youtube.

Para receber o certificado das palestras e dos webinários é necessária a inscrição prévia. Faça sua inscrição e confira a programação completa do evento em: https://doity.com.br/semandolivroedabibliotecaifrn.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações do site do evento

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Os pesquisadores Bianca Amaro e Washington Segundo foram convidados pela Rede Federada Latino-Americana de Repositórios Institucionais de Publicações Científicas (LA Referencia) para debates on-line e ao vivo nos dias 22 e 23 de outubro.

No dia 22, ao meio-dia, a apresentação será sobre a experiência brasileira em dados abertos e repositórios, com Washington Segundo, coordenador do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). Entre os temas abordados, Washington Segundo discutirá sobre Ciência Aberta e detalhará a experiência com a rede brasileira de repositórios e publicações científicas e dados de pesquisa, bem como a parceria existente com a La Referencia.

O tema "Desafios Futuros em Ciência Aberta para a América e a Europa" será debatido no dia 23, às 11h, por Bianca Amaro, coordenadora geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do Ibict e presidente da La Referencia, e Eloy Rodrigues, presidente da Confederation of Open Access Repositories (Confederação de Repositórios de Acesso Aberto - COAR).

A La Referencia é uma rede latinoamericana de repositórios de acesso aberto. A La Referencia apoia as estratégias nacionais de Acesso Aberto na América Latina por meio de uma plataforma com padrões de interoperabilidade, compartilhamento e visibilidade da produção científica gerada em instituições de ensino superior, e pesquisa científica.

As transmissões serão realizadas ao vivo pela página de Facebook da La Referencia (em espanhol). Clique aqui para visitar a página.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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No dia 06 de outubro, a professora Sarita Albagli, do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), participará da Semana da Propriedade Intelectual, Interesse Público e COVID-19 (Week of Intellectual Property, the Public Interest and COVID-19). O evento ocorre de hoje (05) até o dia 09 em formato digital.

A professora fará parte da equipe do painel "COVID no Brasil: o papel do Acesso Aberto, dos Recursos Educacionais e Dados Abertos e da Ciência no enfrentamento da pandemia", a partir das 16h (horário do Brasil). Durante o painel serão discutidas questões como a Ciência Aberta no enfrentamento à COVID-19, o acesso aberto e a relevância dos dados abertos para a educação. Também participarão do painel os pesquisadores Allan Rocha de Souza, Carla Arminda, Liz Sass, Tel Amiel e Vanessa Jorge.

A palestra contará com tradução simultânea em português, espanhol e inglês.

Para participar do evento, acesse: http://www.globalcongressip.org/events/covid-in-brazil-the-role-of-open-access-oer-and-open-data-and-science-in-facing-the-pandemic/.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Pesquisadores do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) estiveram presentes entre os representantes brasileiros da Consulta Regional da UNESCO sobre Ciência Aberta para a América Latina e Caribe, no dia 23 de setembro. O evento foi coorganizado pelo Escritório Regional de Ciências da UNESCO para América Latina e Caribe e pelo Fórum de Ciência Aberta para América Latina e Caribe.

Representaram o Ibict a coordenadora geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do Ibict e presidente da Rede Federada Latino-Americana de Repositórios Institucionais de Documentação Científica (LA Referencia), Bianca Amaro, a professora Sarita Albagli, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (convênio Ibict/UFRJ), e Washington Segundo, coordenador do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação do Instituto.

O encontro online fez parte de uma série de consultas regionais que visam criar um consenso global sobre ciência aberta. O objetivo do evento foi proporcionar uma plataforma para a troca de contribuições entre cientistas, fundos de financiamento da ciência, formuladores de políticas, inovadores, editores, organizações da sociedade civil e outras partes interessadas nas recomendações da UNESCO sobre ciência aberta.

Durante o evento, os participantes compartilharam lições e experiências na formulação e implementação de estratégias, políticas e outras iniciativas de ciência aberta, a partir dos principais desafios e as infraestruturas necessárias para avançar no assunto, incluindo sugestões de como superar os desafios, bem como a identificação de áreas comuns de colaboração e a formação de uma rede internacional para promover a ciência aberta globalmente.

O evento foi moderado por Lidia Brito, diretora do Escritório Regional de Ciências da UNESCO para América Latina e Caribe, e contou com a participação especial de Shamila Nair-Bedouelle, diretora geral assistente do setor de Ciências Naturais da UNESCO.

A defesa da Ciência Aberta no Brasil: Entre as instituições representadas no evento, os pesquisadores do Ibict alertaram para a importância da Ciência Aberta para o Brasil e o mundo. Nos painéis sobre acesso aberto e dados abertos, Bianca Amaro apresentou as ações da La Referencia e ressaltou que é fundamental que seja realizado um trabalho junto aos órgãos de avaliação dos pesquisadores, tanto de valorização da Ciência Aberta quanto de diálogo com os pesquisadores em relação aos dados produzidos nas pesquisas. Para Bianca Amaro, é importante que as regras da ciência passem por uma grande mudança, de modo que a Ciência Aberta seja uma realidade em todo o mundo. Na apresentação, Bianca Amaro também contextualizou algumas das ações de repositórios científicos no Brasil.

Também sobre o assunto, Washington Segundo explicou sobre a infraestrutura para repositórios de dados de pesquisa. Entre os repositórios de pesquisa disponíveis na América Latina, Washington Segundo apresentou brevemente aos participantes o Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto (oasisbr), formado por uma rede de mais de 500 instituições, as quais agregam mais de 1250 fontes e aproximadamente 2,6 milhões de documentos, reunindo repositórios institucionais, bibliotecas locais de teses e dissertações e revistas eletrônicas de acesso aberto. Atualmente, o Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto já está disponibilizando dados de pesquisa agregados (veja aqui).

A professora Sarita Albagli representou o Ibict no painel sobre ciência e cidadania. Ao longo da apresentação, Sarita Albagli discutiu sobre Ciência Aberta e Ciência Cidadã e assuntos relacionados, como o crescente papel dos meios de informação e comunicação, a democracia e o direito à pesquisa, a noção de abertura e participação cidadã, a produção de dados e os grupos socialmente vulneráveis, a ciência cidadã frente ao desenvolvimento sustentável, as relações desiguais poder e os regimes de controle e vigilância sobre os dados de pesquisa.

O evento está disponível integralmente pelo Youtube da Unesco em inglês ou espanhol.

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Como resultado do cumprimento do 3º compromisso do 4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto, as instituições envolvidas nesta parceria lançaram a Wiki Ciência Aberta na OGP Brasil. A página é um dos resultados entregues pelas instituições participantes do 3º compromisso do  4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto, que teve sua primeira fase finalizada no dia 31 de julho, na 11ª Reunião Bimestral do Compromisso pela Ciência Aberta. Na ocasião, os representantes das instituições envolvidas apresentaram os resultados dos trabalhos realizados pelas suas equipes.

Na Wiki Ciência Aberta na OGP Brasil estão reunidos os documentos produzidos pelas instituições envolvidas no cumprimento do 3º compromisso, bem como as discussões realizadas durante o período de realização do trabalho.

Bianca Amaro, coordenadora geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), explica que a wiki foi criada para oferecer ampla visibilidade e conhecimento às ações que foram realizadas por cada um dos parceiros dos marcos do compromisso 3. “É um produto importante, porque a Wiki Ciência Aberta na OGP Brasil é um instrumento que permite que os resultados da iniciativa sejam conhecidos pela sociedade”, afirma a coordenadora.

A pesquisadora Patrícia Bertin, representante da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na parceria, explica que a ideia é que a Wiki Ciência Aberta na OGP Brasil seja utilizada não apenas pelas instituições envolvidas, mas também por pesquisadores e instituições que queiram conhecer e compartilhar conhecimento em Ciência Aberta. Como pontua Patrícia Bertin, “a Ciência Aberta presume transparência e colaboração em todas as etapas do conhecimento científico. Sendo assim, a transparência e a colaboração são essenciais para o avanço e a produção do conhecimento”.

A Wiki Ciência Aberta na OGP Brasil está dividida em nove marcos integrantes do compromisso 3 do 4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto:

MARCO 1: Implantação de uma rede interinstitucional pela Ciência Aberta

MARCO 2: Realização de diagnóstico nacional e internacional da Ciência Aberta

MARCO 3: Definição de diretrizes e princípios para políticas institucionais de apoio à Ciência Aberta

MARCO 4: Promoção de ações de sensibilização, participação e capacitação em Ciência Aberta

MARCO 5: Articulação com agências de fomento para a implantação de ações de apoio à Ciência Aberta

MARCO 6: Articulação com editores científicos para a implantação de ações em apoio à Ciência Aberta

MARCO 7: Implantação de infraestrutura federada piloto de repositórios de dados de pesquisa

MARCO 8: Proposição de padrões de interoperabilidade para repositórios de dados de pesquisa

MARCO 9: Proposição de conjunto de indicadores para aferição da maturidade em Ciência Aberta

Entre os marcos sob responsabilidade direta ou indireta do Ibict do compromisso 3, estiveram a definição de diretrizes e princípios para políticas institucionais de apoio à Ciência Aberta; a promoção de ações de sensibilização, participação e capacitação em Ciência Aberta; a implantação de uma infraestrutura federada piloto de repositórios de dados de pesquisa; e a proposição de padrões de interoperabilidade para repositórios de dados de pesquisa.

O compromisso 3 foi oficialmente coordenado pela Embrapa, e contou com a atuação de instituições de governo e da sociedade civil, entre elas: Arquivo Nacional, Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ibict, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Universidade de Brasília (UnB), Open Knowledge Foundation (OKBR), SciELO e Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Saiba mais:

Parceria para Governo Aberto

A Parceria para Governo Aberto (do inglês, Open Government Partnership - OGP) é uma iniciativa internacional composta, atualmente, por 75 nações. O Brasil é cofundador dessa parceria que foi criada, em setembro de 2011, com o objetivo de difundir e incentivar globalmente práticas governamentais relacionadas à transparência dos governos, ao acesso à informação pública e à participação social.

As ações relativas à OGP são operacionalizadas, em cada país, por meio de um Plano de Ação Nacional, onde são especificados os compromissos em Governo Aberto assumidos pelo país e as estratégias e atividades para concretizá-los. Os planos de ação possuem duração de até dois anos e, ao longo desse período, os Governos precisam publicar, anualmente, um relatório de autoavaliação sobre a execução dos compromissos assumidos.

4º Plano de Ação Nacional em Governo Aberto

O Brasil publicou, em 29 de outubro de 2018, o seu 4º Plano de Ação Nacional composto por 11 compromissos, os quais foram cocriados com o envolvimento de 105 pessoas, representantes de 88 instituições, sendo 39 organizações da sociedade civil, 39 órgãos da Administração Pública Federal e 10 órgãos das Administrações Públicas Estaduais e Municipais.

Conheça a página Wiki da Ciência Aberta na OGP Brasil
https://wiki.rnp.br/pages/viewpage.action?pageId=107315238.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O pesquisador Washington Segundo, coordenador do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), participou de uma live sobre o Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto (oasisbr). O evento ocorreu no dia 04 de setembro e contou com transmissão ao vivo pelo canal Youtube Plurissaberes, da Biblioteca de Ciências Humanas da Universidade Federal do Ceará (UFC). A apresentação do pesquisador foi mediada por Clediane Guedes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Ao longo da live, Washington Segundo trouxe debates fundamentais sobre o movimento do Acesso Aberto, detalhou o funcionamento do oasisbr e da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e reforçou a importância do papel das agências de fomento para o fortalecimento e o crescimento da Ciência Aberta. Como explicou Washington, o oasisbr é formado por uma rede de mais de 500 instituições, as quais agregam mais de 1250 fontes e aproximadamente 2,6 milhões de documentos, reunindo repositórios institucionais, bibliotecas locais de teses e dissertações e revistas eletrônicas de acesso aberto. Atualmente, o Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto já está disponibilizando dados de pesquisa agregados (veja aqui).

Além disso, o pesquisador explicou sobre a dimensão, a descrição, os formatos e o ciclo de vida dos dados – os quais devem ser diferenciados das publicações científicas. Conforme o pesquisador, um repositório de dados de pesquisa é relevante para instituições por possibilitar o compartilhamento e a reutilização dos dados, bem como sua curadoria, visibilidade, gestão e preservação. Além disso, um repositório de dados de pesquisa pode proporcionar economia de recursos.

Entre vários aspectos debatidos, Washington Segundo detalhou como o Ibict tem atuado, nos últimos anos, no suporte à criação de repositórios de dados de pesquisa, nas capacitações e no desenvolvimento, adaptação e difusão de diretrizes. Por fim, houve na palestra on-line do pesquisador destaque para a formação de parcerias, como, por exemplo, a existente com a Rede Federada Latino-Americana de Repositórios Institucionais de Documentação Científica (LA Referencia).

A live está disponível integralmente no Canal Plurissaberes. Clique abaixo para assistir.

 


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Como resultado das atividades realizadas no escopo do 3º compromisso do 4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto, várias instituições brasileiras lançaram conjuntamente a série Compromisso pela Ciência Aberta, composta por seis vídeos que tratam sobre diferentes temas da Ciência Aberta. A série foi lançada oficialmente no dia 31 de julho, durante a 11ª Reunião Bimestral do Compromisso pela Ciência Aberta (clique aqui para saber mais).

No Brasil, o 4º Plano de Ação Nacional, apresentado em outubro de 2018 dentro da Parceria para Governo Aberto (OGP), é composto por 11 compromissos, entre eles o compromisso 3 – conhecido como Compromisso pela Ciência Aberta –, que teve como objetivo estabelecer mecanismos de governança de dados científicos para o avanço da Ciência Aberta no Brasil.

Os vídeos fazem parte dos resultados entregues pelo marco 4 do compromisso 3 do 4º Plano de Ação Nacional em Governo Aberto. O marco 4 foi coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A proposta do marco 4 foi promover ações de sensibilização, capacitação e participação em Ciência Aberta.

A série Compromisso pela Ciência Aberta - No vídeo 1, Sarita Albagli (Ibict), Bianca Amaro (Ibict), Maíra Murrieta (MCTI), e Patrícia Bertin (Embrapa) apresentam as vantagens, as contradições entre o compartilhamento de dados e a propriedade intelectual, as vertentes da Ciência Aberta, os requisitos necessários para o compartilhamento dos dados de pesquisa e os resultados alcançados pelo compromisso 3.

No vídeo 2, Luana Sales (Arquivo Nacional) e Luís Fernando Sayão (CNEN), destacam que o compartilhamento de dados só é possível quando eles possuem significado, além de curadoria e gerenciamento. Eles respondem aos seguintes questionamentos feitos, frequentemente, pelos pesquisadores: o que, quando e como compartilhar? Como garantir que o pesquisador será citado e creditados pelos seus dados?

A perspectiva da Ciência Aberta nas agências de fomento e editoras científicos é tratada nos vídeos 3 e 4, nos quais representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (a professora Adriana Tonini), da Capes (Patrícia Silva), da SciELO (Abel Packer), e da Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec, Germana Barata) discutem a respeito das ações executadas por esses dois atores importantes para o avanço da Ciência Aberta no Brasil.

Entre as ações das agências de fomento, deve-se dar destaque ao acordo assinado entre o CNPq e o Ibict para o desenvolvimento e implantação da Plataforma Lattes Data, que será um repositório para dados de pesquisa. Na perspectiva das editoras científicas, são relatadas ações implementadas pela Scielo para que os períodos indexados adotem práticas voltadas para Ciência Aberta. Além disso, há destaque para os preprints como forma de acelerar as pesquisas sobre a Covid-19 e demais ações para o desenvolvimento e implantação dos repositórios de preprints.

A interoperabilidade e infraestrutura tecnológica são tratados no vídeo 5 por Carolina Felicíssimo e Leandro Ciuffo, ambos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), e por Washington Segundo, do Ibict. O vídeo trata sobre as ações que estão sendo executadas para a implantação de uma infraestrutura tecnológica que suporte um ecossistema de repositórios de dados abertos de pesquisa no Brasil, bem como a respeito dos desafios e recomendações às instituições de pesquisa e desenvolvimento para implantação dos repositórios de dados de pesquisa. 

E, por último, no vídeo 6, André Siqueira (Fiocruz), Michelli Costa (Universidade de Brasília, UnB), Daniela Maciel (Embrapa) e Eduardo Dalcin (Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro) relatam as experiências vividas por eles e suas instituições na abertura dos dados de pesquisa.

O compromisso 3 é oficialmente coordenado pela Embrapa e conta com a atuação de instituições de governo e da sociedade civil, entre elas: Arquivo Nacional, ABEC, CAPES, CNPq, CNEN, Fiocruz, Ibict, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), UnB, Open Knowledge Foundation (OKBR), SciELO e RNP.

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Acesse os vídeos em versão integral no canal da RNP:

Vídeo 1 - O Movimento da Ciência Aberta:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77125

Vídeo 2 - Gestão de Dados de Pesquisa e Princípios FAIR:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77128

Vídeo 3 - A Ciência Aberta na perspectiva dos editores científicos:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77130

Vídeo 4 - A Ciência Aberta na perspectiva das agências de fomento:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77131

Vídeo 5 - Interoperabilidade e Infraestrutura Tecnológica na Ciência Aberta:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77447

Vídeo 6 - A Experiência da Ciência Aberta na pesquisa científica:
https://video.rnp.br/portal/video.action?idItem=77449

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Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações da Embrapa e da página Wiki da Ciência Aberta na OGP Brasil

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Representantes de várias instituições brasileiras, entre elas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), reuniram-se no dia 31 de julho para a 11ª Reunião Bimestral do Compromisso pela Ciência Aberta. Na ocasião, os representantes das instituições envolvidas apresentaram os resultados dos trabalhos realizados para o cumprimento do 3º compromisso do 4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto, lançado em outubro de 2018 dentro da Parceria para Governo Aberto (OGP).

O 3º compromisso do plano é voltado para o estabelecimento de mecanismos de governança de dados científicos para o avanço da Ciência Aberta no Brasil. Ao longo da reunião, os representantes das instituições comemoraram a entrega de resultados do compromisso, concretizada com o aprimoramento de instrumentos de governança da ciência para o avanço da ciência aberta e para uma maior compreensão do universo de dados produzidos pela pesquisa brasileira.

Entre os marcos sob responsabilidade direta ou indireta do Ibict, estiveram a definição de diretrizes e princípios para políticas institucionais de apoio à Ciência Aberta; a promoção de ações de sensibilização, participação e capacitação em Ciência Aberta; a implantação de uma infraestrutura federada piloto de repositórios de dados de pesquisa; e a proposição de padrões de interoperabilidade para repositórios de dados de pesquisa.

A criação da infraestrutura federada envolveu três grandes questões: a existência de um portal agregador dos dados, a disponibilidade dos próprios repositórios e protocolos de interoperabilidade entre o portal agregador e os repositórios. O Portal Brasileiro de Publicações Científicas em Acesso Aberto (oasisbr) foi escolhido como o mecanismo agregador dos dados e já está disponibilizando os primeiros dados de pesquisa agregados (veja aqui).

O Compromisso é oficialmente coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e conta com a atuação de instituições de governo e da sociedade civil, entre elas: Arquivo Nacional, Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ibict, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Universidade de Brasília (UnB), Open Knowledge Foundation (OKBR), SciELO e Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Saiba mais:

Parceria para Governo Aberto

A Parceria para Governo Aberto (do inglês, Open Government Partnership - OGP) é uma iniciativa internacional composta, atualmente, por 75 nações. O Brasil é cofundador dessa parceria que foi criada, em setembro de 2011, com o objetivo de difundir e incentivar globalmente práticas governamentais relacionadas à transparência dos governos, ao acesso à informação pública e à participação social.

As ações relativas à OGP são operacionalizadas, em cada país, por meio de um Plano de Ação Nacional, onde são especificados os compromissos em Governo Aberto assumidos pelo país e as estratégias e atividades para concretizá-los. Os planos de ação possuem duração de até dois anos e, ao longo desse período, os Governos precisam publicar, anualmente, um relatório de autoavaliação sobre a execução dos compromissos assumidos.

4º Plano de Ação Nacional em Governo Aberto

O Brasil publicou, em 29 de outubro de 2018, o seu 4º Plano de Ação Nacional composto por 11 compromissos, os quais foram cocriados com o envolvimento de 105 pessoas, representantes de 88 instituições, sendo 39 organizações da sociedade civil, 39 órgãos da Administração Pública Federal e 10 órgãos das Administrações Públicas Estaduais e Municipais. 

Conheça a página Wiki da Ciência Aberta na OGP Brasil:
https://wiki.rnp.br/pages/viewpage.action?pageId=107315238.


Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict, com informações da página Wiki da Ciência Aberta na OGP Brasil

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A partir do tema "Diálogos sobre Ciência Aberta", o Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria (7° EBBC) reuniu, no último dia 23, estudantes e profissionais de todo o país para discussões sobre Ciência Aberta no Brasil. O webinar contou com a presença de Sarita Albagli, professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), André Appel, pesquisador da Coordenação de Tecnologias Aplicadas a Novos Produtos do Ibict, e os pesquisadores Vanessa Jorge e Josué Languardia, representando a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O evento foi aberto pela professora Sarita Albagli, que fez um panorama sobre a Ciência Aberta e a relação entre Ciência Aberta e Ciência Cidadã, detalhando as redes de atores envolvidos no processo, as transformações vivenciadas a partir da COVID-19 e a importância da interação entre ciência e movimentos sociais. Conforme a professora, a Ciência Aberta é um campo de disputas e deve envolver uma profunda mobilização social, de modo que várias estratégias sejam desenvolvidas coletivamente com a participação de toda a sociedade.

Em seguida, a pesquisadora Vanessa Jorge debateu questões envolvendo o compartilhamento, a abertura e a gestão de dados no contexto da Ciência Aberta, bem como trouxe detalhes a respeito de uma rede de instituições que atuam no âmbito do 4º Plano de Ação Nacional para Governo Aberto, lançado em outubro de 2018 dentro da Parceria para Governo Aberto (OGP). Além disso, Vanessa Jorge detalhou questões envolvendo as diferenças entre o compartilhamento e a abertura de dados, bem como o campo científico da Ciência Aberta e todas as relações estabelecidas, a partir dos estudos do sociólogo Pierre Bourdieu e as disputas de poder.

Por sua vez, André Appel realizou uma apresentação voltada para a Ciência Aberta, as publicações abertas e a gestão de dados de pesquisa. Ao longo da apresentação, o pesquisador discutiu sobre o conceito e o processo de geração e sustentabilidade de dados de pesquisa e explicou detalhes a respeito das publicações científicas e do papel do pesquisador com a Ciência Aberta.

Por fim, José Languardia detalhou as ações de Ciência Aberta realizadas pela Fiocruz, no âmbito da Coordenação de Informação e Comunicação. Conforme Josué Languardia, a Ciência Aberta na Fiocruz está amparada em alguns princípios, entre eles o interesse público, a gestão de abertura de dados para pesquisa e o desenvolvimento de capacidades e sustentabilidade.

O evento pode ser assistido integralmente via Youtube. Clique aqui para assistir (link via Youtube).

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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O Laboratório de Ciência Cidadã (Laboratorio de Ciencia Ciudadana) da Universidad de Los Lagos (ULAGOS), no Chile, promoveu no dia 23 o webinar "Ciência Aberta na América Latina". O evento fez parte do "Ciclo de Conversaciones, Ciencia Abierta y Ciudadana" e contou com a presença de Sarita Albagli, docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

O webinar integra um ciclo de encontros mensais e on-line realizados com o objetivo de sensibilizar a comunidade universitária e a sociedade sobre as características e contribuições da ciência aberta e cidadã. A partir do diálogo com especialistas de toda a América Latina, o ciclo de conversas objetiva conhecer projetos, iniciativas e programas na área.

Durante a apresentação, Sarita Albagli realizou um panorama geral sobre a Ciência Aberta, explicando seu conceito e abrangência, bem como detalhando a história do assunto no Brasil e na América Latina. Conforme a professora, os profissionais da Biblioteconomia foram os primeiros pioneiros da Ciência Aberta, quando passaram a expressar as dificuldades enfrentadas em relação ao acesso à literatura científica.

A professora também discutiu a respeito dos desafios enfrentados pela Ciência Aberta, entre eles, a rede formada por editoras científicas com forte concentração e atuação em nível internacional. Outro aspecto apontado por Sarita Albagli ao longo do evento foram as mudanças trazidas para a Ciência Aberta com desafios internacionais, como a COVID-19, o Ebola e as mudanças climáticas – os quais exigem o compartilhamento de dados entre cientistas.

“A Ciência Aberta é necessária e relevante para gerar mais conhecimento e cada vez com mais velocidade. Ela também traz reflexões sobre o tipo de ciência e de conhecimento que nós produzimos. Quem será beneficiado com o trabalho dos cientistas? A ciência é fundamental para enfrentar grandes desafios da humanidade e se desenvolve melhor quando é compartilhada”, explicou Sarita Albagli.

No decorrer da palestra, a professora reforçou o destaque da América Latina na promoção da Ciência Aberta e ressaltou a importância da democracia nesse processo – fato que está relacionado à própria ciência cidadã. A questão dos dados abertos também foi apontada por Sarita Albagli como uma discussão emergente em relação à Ciência Aberta.

Como ressaltou a pesquisadora durante o evento, é preciso pensar também em infraestruturas para a gestão dos dados de pesquisa e discutir como é que o movimento da Ciência Aberta está conectado às discussões sobre licenças, de modo que os dados possam ser reproduzidos e reutilizados em outras pesquisas sem que deixem de ser protegidos.

A palestra será posteriormente lançada no canal do Youtube do Laboratório Ciência Cidadã da Universidad de Los Lagos. Para mais informações, acesse:
www.cienciaciudadana.ulagos.cl.

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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