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No dia 21/09 aconteceu a palestra online “A Visualização de dados como instrumento de promoção da democracia”, no âmbito das atividades da Faculdade de Ciência da Informação da Universidade de Brasília (Unb) durante a Semana Universitária 2020.

A palestra contou com a participação de Tiago Braga, Coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Hesley da Silva Py, Coordenador de Projetos de TI na Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Nathaly Leite, pesquisadora do Ibict.

Os participantes discutiram os diferentes aspectos do acesso e visualização de dados. Tiago Braga iniciou a palestra abordando os marcos históricos do processo de abertura de dados e informações governamentais, como a Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership) e a Lei de Acesso Lei de Acesso à Informação (LAI).

“É um movimento com escala global e que vai fazer com que os países cada vez mais disponibilizem esses dados e informações e que os cidadãos tenham acesso a como trabalhar e como utilizar o que é produzido no contexto público”, explica Tiago. Segundo ele, esses processos são fundamentais para fortalecer a transparência, a governança e a participação do cidadão na vida pública.

Nathaly Leite abordou conceitos sobre dados e suas classificações. “Os dados são o átomo da atividade informacional, a matéria-prima da construção da informação”, diz. Para a pesquisadora, os dados podem ser usados para fundamentar uma informação estratégica, agregar valor e produzir soluções voltadas para projetos e organizações. “Os dados têm o potencial enorme de responder perguntas, mostrar padrões de comportamento das coisas, contar histórias e permitir análises”.

O diálogo aberto é um dos princípios da democracia. Hesley da Silva Py falou sobre como os dados podem ajudar a fortalecer a democracia ao fornecer informações para o cidadão sobre ações públicas. “Dados têm o potencial de ser um ponto de equilíbrio. Os dados trazem a possibilidade de investigar, associar, gerar uma série de análises e operações para que a pessoa tome a sua própria decisão”, aponta o especialista.

No entanto, Hesley alerta para as desigualdades que o acesso a dados pode trazer. “Quando a pessoa não possui as condições necessárias para explorar os dados, corre-se o risco de se acentuar as desigualdades”. Como solução, ele ressalta a importância da existência de plataformas que facilitem à maior parte da população o entendimento sobre os dados. “Nesse contexto, a visualização entra como um instrumento para favorecer a apropriação dos dados por todos”, avalia Hesley.

A visualização de dados consiste na representação visual de um conjunto de dados coletados, processados e confirmados, que permite a melhor compreensão das informações ali apresentadas (em forma de mapas, painéis, infográficos), bem como a comparação com dados de outras fontes oficiais, a leitura de outras perspectivas, o estabelecimento de relações entre elas e a tomada de decisão.

Ao final do evento, foi feita uma apresentação sobre a plataforma Visão, software em código aberto desenvolvido pelo Ibict que disponibiliza em um mapa interativo, informações oficiais produzidas por instituições brasileiras. Nathaly e Tiago apresentaram o case de visualização de dados sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil.

A palestra pode ser assistida na íntegra no Youtube:

 https://www.youtube.com/watch?v=xOH6twi-oE8

 

 

Carolina Cunha

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

 

Publicado em Notícias

Foram apresentados oficialmente ontem (3/9) os resultados do projeto de integração do Diário de Justiça Eletrônico - DJe com o RDC-Arq, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

A apresentação aconteceu no webinar “Preservação digital: o case do TJDFT na implementação do RDC-Arq”, que teve, em sua abertura, a participação da desembargadora e 1ª Vice-Presidente do TJDFT, Ana Maria Duarte Amarante Brito; da diretora do Ibict, Cecília Leite; da conselheira Ivana Farina (Conselho Nacional de Justiça – CNJ); e do desembargador e do presidente do TJDFT, Romeu Gonzaga Neiva.

Em seguida, aconteceram as palestras do professor de Arquivologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Daniel Flores; do coordenador-geral de Tecnologia da Informação do TJDFT, Luiz Fernando Sirotheau Serique Junior; do coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI), Tiago Braga, com participação da pesquisadora Tatiana Pignataro (Ibict); e do supervisor substituto do Núcleo de Gestão de Sistemas Administrativos do TJDFT, Daniel Monteiro.

Os resultados apresentados são fruto de um trabalho que começou há mais de dois anos e teve como marco o compromisso relativo ao Termo de Execução Descentralizada firmado entre as partes, em 2018, que previa o repasse de conhecimento e tecnologia para viabilizar a implantação de um Repositório Arquivístico Digital Confiável – RDC-Arq no Judiciário local.

A proposta era a criação de uma camada de barramento tecnológico interoperável para garantir a segurança e o acesso aos documentos digitais do TJDFT, minimizando vulnerabilidades e possibilidades de eventuais ataques cibernéticos, que poderiam colocar em risco a integridade de seus dados.

A desembargadora Ana Maria Duarte Amarante Brito, atual responsável pela implementação do projeto falou sobre importância de tecnologias inovadoras na preservação de documentos jurídicos e destacou a parceria com o Ibict. “A meritória equipe de pesquisadores e colaboradores desta instituição foi fundamental para o desenvolvimento da ferramenta”.

Para Cecília Leite, o trabalho em conjunto com o TJDFT foi positivo, efetivo e prazeroso, à medida que as instituições sabiam que estavam construindo um caminho novo: “Ficamos muitos felizes em fazer parte deste processo e entregar o produto que nos foi encomendado. É por meio da pesquisa que conseguimos encontrar soluções inovadoras que possam ser aplicadas e sentidas pelo cidadão, o que nos dá muita alegria em contribuir”.

Tiago Braga falou sobre como a pesquisa científica pode ser aplicada e levar à soluções que, de fato, impactam a sociedade de maneira ativa. Para o coordenador, há basicamente dois caminhos para solucionar problemas: “Podemos optar por uma solução existente, que nem sempre promove o entendimento de todo o processo de forma sistêmica ou investir em pesquisa, que foi o caso deste projeto do TJDFT em parceria com o Ibict”.            

Em seguida, a arquivista e pesquisadora Tatiana Pignataro apresentou os sucessos e desafios na realização de projetos como este. “O primeiro desafio é a existência de um apoio institucional que corrobore com os recursos necessários para que essa implementação ocorra, o que felizmente aconteceu no TJDFT”.

O evento teve ainda a fala de encerramento realizada pelo juiz assistente da 1ª Vice-Presidência do TJDFT, Francisco Antônio Alves de Oliveira.

Para saber todos os detalhes do projeto, assista ao vídeo completo do webinar abaixo:

 

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Tiago Braga, coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI), participou na última sexta-feira (21/08) da live “Mineração de dados educacionais no Moodle: como o professor pode acompanhar os seus estudantes no Ambiente de Aprendizagem (AVA)”.

O evento faz parte do projeto Rotas de Inovação Universitária (RIU) do Centro de Educação a Distância da Universidade de Brasília (Cead/UnB), que atua para estimular a formação docente e de demais membros da comunidade acadêmica para o desenvolvimento de diferentes desenhos pedagógicos, considerando o uso de tecnologias educacionais, mediação pedagógica e a integração de espaços presenciais e a distância.

Na live, Tiago mostrou como os professores podem aproveitar melhor o AVA, mais precisamente a plataforma Aprender 3 do Moodle, a partir do bom uso dos dados. “Podemos usar dados como data de último acesso e entrega de atividades para interagir com o aluno e acompanhar sua rota de aprendizagem”, explica.

O coordenador apresentou itens que devem ser observados na plataforma, como atividades do curso, conclusão de atividades, acessos aos recursos e atividades, participação no curso e gráfico de notas. Além disso, orientou os professores sobre como analisar os dados ali apresentados para identificar possíveis ruídos na aprendizagem e tentar minimizá-los.

A Aprender 3, implantada pelo Cead, é uma nova versão da plataforma Aprender, concebida para apoiar os professores e alunos nas atividades de ensino e aprendizagem das disciplinas da UnB. O recurso disponibiliza conteúdos e ferramentas que permitem o acesso a um curso ou disciplina, facilitando a interação entre alunos, professores e monitores envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.

Para mais informações sobre as lives do Cead, clique aqui.

Lucas Guedes

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 2017, a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030), a fim de cumprir um dos compromissos firmados na Agenda 2030, com foco no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14.

O ODS 14, que trata da “conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável” tem como premissas prevenir e reduzir a poluição marinha e assegurar a conservação e o uso sustentável dos oceanos e seus recursos pela implementação do direito internacional, entre outras.

Neste sentido, como parte das atividades do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), no âmbito do Programa Ciência no Mar, foi lançado, em junho deste ano, o site Década da Ciência Oceânica no Brasil, que conta com apoio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

Tiago Braga, coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI) explica que o instituto foi responsável pelo desenvolvimento e pela arquitetura da informação do site, que apresenta e divulga as ações preparativas para a Década, além de conter documentos relacionados à iniciativa e uma agenda de eventos.

O site serve ainda como plataforma participativa e incentiva a colaboração da sociedade na construção coletiva do Plano Nacional para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, alinhado ao Planejamento Global da Década do Oceano realizado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI), da UNESCO, órgão que coordena a Década, na qual o MCTI possui representação científica.

De acordo com Karen de Oliveira Silverwood-Cope, coordenadora-geral de Oceanos, Antártica e Geociências (CGOA/MCTI), as atividades econômicas ligadas ao mar movimentam no Brasil 2 trilhões de reais por ano. “O oceano provê serviços ecossistêmicos essenciais para a sobrevivência e regula o clima do planeta”,  informa.

O projeto também prevê a promoção de encontros online abertos à sociedade para promover o diálogo entre cientistas, formuladores de políticas, tomadores de decisão, organizações da sociedade civil e empresas oceânicas para a identificação e o desenvolvimento de abordagens científicas orientadas a soluções para a sustentabilidade do oceano.

Para conhecer mais sobre o projeto, saber quais são os próximos eventos e entender como participar ativamente da Década, acesse o site do projeto e veja o vídeo abaixo:

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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Para debater o tema “A visualização de dados e a construção de narrativas”, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promoveu, no dia (17/06), mais uma live QuartaàsQuatro.

O evento contou com a participação do coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI), Tiago Braga, e Hesley Py, coordenador de Projetos da Superintendência de TI da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Hesley iniciou a discussão comentando a importância que os dados abertos têm neste contexto de pandemia. “É um momento muito propício para falarmos sobre visualização de dados. Antigamente tínhamos mais dificuldade de abordar o tema de forma que todos entendessem, mas com a pandemia, a população em geral quer saber, todos os dias, quantas pessoas estão sendo afetadas, curadas e se estão perto, por exemplo”, disse.

A visualização de dados consiste na representação visual de um conjunto de dados coletados, processados e confirmados, que permite a melhor compreensão das informações ali apresentadas (em forma de mapas, painéis, infográficos), bem como a comparação com dados de outras fontes oficiais, a leitura de outras perspectivas, o estabelecimento de relações entre elas e a tomada de decisão.

Hesley Py acredita que, com o progresso tecnológico, a forma com que os dados são visualizados foi se aprimorando e atualmente dispõe das mais variadas ferramentas que auxiliam pesquisadores e cidadãos em geral a obterem dados confiáveis, como o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão) desenvolvido em código aberto pelo Ibict.

Outra questão abordada por ele diz respeito ao aumento do interesse da sociedade na busca e análise de informações. “Nesse sentido, os dados abertos surgem como forma de questionamento e possibilidade de criar outras narrativas a partir de diferentes pontos de vista e que sejam menos influenciadas por uma única pessoa ou canal”, ressaltou.

Para Tiago Braga, a visualização de dados está associada ao empoderamento da sociedade e do cidadão como construtor de narrativas. “Temos, por exemplo, o processo da ciência cidadã, que é relativamente recente, mas já tem gerado avanços a partir do movimento da própria população para gerar e contribuir com a ciência”, afirmou.

Os participantes falaram ainda sobre acesso aberto, democratização de dados, fake news e excesso de informação, entre outros assuntos relacionados ao tema.

Para saber mais, assista ao vídeo completo abaixo:

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

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A próxima live QuartaàsQuatro do Ibict acontece dia 17/06, às 16h.

Tiago Braga, coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI) e Hesley Py, coordenador de Projetos da Superintendência de TI da Agência Nacional do Petróleo (ANP) conversam com público sobre o tema “A visualização de dados e a construção de narrativas”.

 

 

Live QuartaàsQuatro do Ibict, com Tiago Braga e Hesley Py
17/06, 16h
Transmissão ao vivo no canal do YouTube do Ibict 

 

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