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Página inicial > Sala de Imprensa > Notícias > Professor da USP destaca a ciência brasileira e internacional na pesquisa do coronavírus
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Com o objetivo de discutir questões sobre o compartilhamento de dados de pesquisa, as pesquisadoras Vanessa de Arruda Jorge e Sarita Albagli publicaram um artigo no primeiro número de 2020 da revista Information Research (IR), sob o título "Research data sharing during the Zika virus public health emergency" (em português "Compartilhamento de dados de pesquisa durante a emergência de saúde pública do vírus da Zika").

O artigo é resultado da tese de doutorado de Vanessa de Arruda Jorge, orientada por Sarita Albagli. A pesquisa foi premiada com o Prêmio CAPES de Teses 2019. Intitulada "Abertura e compartilhamento de dados para pesquisa nas situações de emergência em saúde pública: o caso do vírus da Zika", o estudo de Vanessa de Arruda Jorge ganhou na categoria de melhor tese da área de Comunicação e Informação.

Vanessa de Arruda Jorge e Sarita Albagli são pesquisadoras do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI/Ibict/UFRJ), sendo Vanessa de Arruda Jorge tecnóloga em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Sarita Albagli pesquisadora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e professora do PPGCI/Ibict/UFRJ.

Com o artigo em questão, as pesquisadoras buscaram aprofundar o tema discutido na tese em relação às discussões sobre o vírus da Zica, com foco no compartilhamento de dados de pesquisa como uma ação essencial para o gerenciamento do tratamento e o controle do vírus da Zica. Escrito com o objetivo de examinar como os pesquisadores reagiram durante a emergência do vírus da Zika no Brasil, o artigo utilizou-se de revisão de literatura e de análise de relatórios a respeito. Como parte da metodologia do artigo, foram realizadas entrevistas com pesquisadores da Rede Nacional de Especialistas em Zika e Doenças Correlatas (RENEZIKA).

As perguntas do estudo verificaram quais as fontes de dados usadas para pesquisas sobre o vírus da Zika, onde esses dados foram obtidos e quais requisitos das agências financiadoras influenciaram a maneira como os dados gerados foram compartilhados, bem como a abertura do grau de compartilhamento.

Vanessa Jorge explica que o compartilhamento de dados de pesquisa e a formação de redes de pesquisa têm se tornado cada vez mais frequentes. “Esse compartilhamento é fundamental para o desenvolvimento da ciência em geral, especialmente para o desenvolvimento de produtos, vacinas e remédios, por exemplo. Percebemos o quanto isso é importante em tempos como os atuais, quando todos esperam uma resposta da ciência para a pandemia da COVID-19. A partir do compartilhamento de dados, os cientistas podem colaborar efetivamente para que sejam tomadas ações de políticas públicas também”, afirma a pesquisadora. A pesquisadora alerta, ainda, que o compartilhamento de dados pode colaborar para um melhor aproveitamento dos recursos de pesquisa e que, nesse cenário, é vital a existência da ética na pesquisa.

Sarita Albagli também concorda com a importância da ética na pesquisa e acrescenta a centralidade das discussões sobre compartilhamento e abertura de dados devido às questões, por exemplo, dos interesses das indústrias farmacêuticas. “Doenças como a COVID-19, Zica, HIV e ebola têm gerado vários aprendizados para a ciência e os governantes. Elas trazem questões relacionadas à necessidade da colaboração internacional de maneira rápida justamente pela urgência em saúde pública, o que coloca em debate a questão da ciência aberta não só para o avanço da ciência, mas também para a função social da ciência”, explica Sarita.

As autoras do artigo apontaram alguns resultados, como a importância do acesso a amostras e dados puros de pesquisa. Na pesquisa, as autoras verificaram ainda que a colaboração e a publicação aumentaram, mas sob dependência da confiança nas redes existentes. Entre as questões levantadas pelo artigo esteve o fato de que os pesquisadores sabiam que muitas agências e editores exigiam o depósito de dados de pesquisa em repositórios. Com isso, os dados de pesquisa podem até ser compartilhados, mas não necessariamente como dados abertos.

O artigo pode ser lido em acesso aberto em inglês. Clique aqui.

Já a tese completa de Vanessa Jorge pode ser lida em português aqui.


Texto e arte: Núcleo de Comunicação Social do Ibict
Fotos: Divulgação e acervo da Fundação Oswaldo Cruz

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imagem das Defesas de mestrado agendadas para marçoaAs defesas das dissertações e teses dos alunos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) – uma realização conjunta entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – estão agendadas para março, no Rio de Janeiro.

As dissertações e teses discutem, por exemplo, ciência aberta, dados de pesquisa em câncer, estudos em legislação, redes sociais e a fotografia na construção de memória em favelas.

Confira a lista de alunos, orientadores, temas e datas das defesas do PPGCI/Ibict/UFRJ:

DEFESAS DE MESTRADO

Aluna: Clarisse Kloss Pequeno
Título: “Mediações da informação na produção do conhecimento em políticas públicas para mulheres: o Centro de Referência de Mulheres da Maré Carminha Rosa”. Data: 30/03/2020, 15h. Orientadora: Regina Marteleto.

Aluno: Daniel Strauch Ribeiro
Título: “Evolução do escopo temático da ciência aberta: um estudo exploratório”. Data: 31/03/2020, 14h. Orientadora: Sarita Albagli.

Aluna: Débora Nascentes Ribeiro
Título: “Contribuições da divulgação científica para o ensino de ciências no Brasil e seu reflexo nos programas de pós-graduação da área 46 da CAPES”. Data: 20/03/2020, 10h. Orientadora: Lena Vania Ribeiro Pinheiro.

Aluna: Jéssica Fernanda dos Santos Lima Ramos
Título: “Dados de pesquisa em câncer: análise tipológica dos dados de pesquisa gerados e utilizados para pesquisa em câncer”. Data: 27.03.2020, 10h30. Orientadora: Luana Faria Sales Marques.

Aluna: Lívia Neto Machado. Título: “Tirando a lei do papel: um estudo da implementação da Lei de Acesso à Informação em entidades em administração pública federal indireta”. Data: 23/03/2020, 14h30. Orientadora: Ana Maria Barcelos Malin.

Aluna: Melina de Brito dos Santos. Título: “Sistemas de organização do conhecimento e a recuperação de informação: em busca de diretrizes para indexação de imagens fotográficas raras e antigas”. Data: 12/03/2020, 14h. Orientadora: Rosali Fernandez de Souza.

Aluna: Monara de Almeida Barreto. Título: “O percurso de fotógrafos populares na construção da memória em favelas”. Data: 26/03/2020, 10h. Orientadora: Lena Vania Ribeiro Pinheiro.

Aluna: Patrícia Conceição Romeu da Fonseca. Título: “O uso das redes sociais digitais por arquivos nacionais: o caso do Arquivo Nacional do Brasil”. Data: 02/03/2020, 9h. Orientador: Ricardo Medeiros Pimenta.

Aluna: Tamiris da Silva Peniche Nunes. Título: “O regime de informação do novo ensino médio: contribuições da competência crítica em informação”. Data: 25/03/2020, 14h. Orientador: Arthur Coelho Bezerra.

DEFESA DE DOUTORADO

Aluna: Valéria Macedo. Título: “As externalidades na economia dos intangíveis das empresas de plataforma”. Data: 26/03/2020, 14h. Orientadores: Marcos Cavalcanti e Giuseppe Cocco.

Serviço: Defesas de Dissertações e Teses PPGCI/Ibict/UFRJ

As defesas serão na Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação (COEPE/IBICT).

Endereço: Rua Lauro Muller, 455 / 4º andar - Sala de Reunião.

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Larissa Santiago Ormay, doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), sob a orientação do professor Marcos Dantas, ganhou o Prêmio Valério Brittos. A honraria é concedida pela União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (ULEPICC) à melhor tese defendida anualmente no campo da Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura.

A tese de Larissa, "Propriedade Intelectual e Renda no Capital-Informação", foi premiada em Sevilha, na Espanha, durante o congresso da ULEPICC, em novembro de 2019. “Trata-se do reconhecimento internacional de uma pesquisa realizada em instituições públicas brasileiras, contando, inclusive, com apoio parcial do CNPq. Nenhuma conquista é individual e sou grata a todos os envolvidos no processo”, explica Larissa.

Além de doutora em Ciência da Informação, Larissa é mestre em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense - UFF (2013) e Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio (2008). A pesquisadora atua na Divisão de Relações Multilaterais da Coordenação de Relações Internacionais do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e estuda relações entre a liberdade de expressão e a propriedade privada, principalmente nos temas acesso ao conhecimento e propriedade intelectual e informação e democracia.

Em entrevista, Larissa detalha como teve a ideia de escrever a tese e contextualiza o assunto.

Confira!

Comunicação Social - Como surgiu a ideia de escrever o tema da tese?

Larissa Ormay - Eu estava muito empolgada com a disciplina do doutorado no PPGCI, chamada “Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura”, ministrada pelo professor Marcos Dantas, que se tornou meu orientador. Fui percebendo que as abordagens teóricas dessa disciplina poderiam explicar aspectos de uma situação que eu observava em minha experiência de trabalho com gestão de ciência e tecnologia no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas: a “corrida quântica”.

Trata-se de uma competição mundial entre grandes empresas aliadas a Estados em busca de novas tecnologias quânticas, como o computador, a criptografia e sensores quânticos. Estima-se que essas tecnologias representam um novo marco para a área de processamento, transmissão, organização e recuperação da informação, com relevantes impactos sociais, políticos, econômicos e culturais.

Por isso, existe forte concorrência global para o domínio do conhecimento no campo, o que se reflete na escalada da propriedade intelectual relacionada a uma disciplina da Física denominada “Informação Quântica”, que estuda os fenômenos da informação que tais tecnologias visam explorar. Meu objetivo foi procurar entender principalmente o papel das patentes e dos direitos autorais nessa disputa global que, no fundo, é uma disputa de poder.

Comunicação Social - Poderia explicar sobre o que versa sua tese?

Larissa Ormay - A propriedade intelectual é um artifício jurídico que autoriza uma apropriação de bens que, a princípio, não teriam capacidade em si de serem apropriados, por conta de sua natureza intangível – como a cognição, o pensamento, a informação, a cultura e o conhecimento. Por exemplo, podemos demarcar um bem material, cercá-lo com grades e garantir sua posse e propriedade exclusivas.

Quando se trata de conhecimento, fica mais difícil “amarrá-lo” de modo a excluir sua aquisição por terceiros. Um livro pode pertencer a alguém, mas a princípio nada impediria que o conhecimento que está nesse livro seja retransmitido à vontade. A expansão da propriedade intelectual tem servido para colocar “cercas” onde inicialmente haveria caráter de livre compartilhamento.

Minha tese realiza um desenvolvimento teórico sobre o mecanismo que representa esse “cercamento”, que teria origem no cercamento de terras que possibilitou o estabelecimento do capitalismo. De maneira análoga à remuneração de um proprietário fundiário a partir do arrendamento de sua terra a quem nela produz mercadorias, vislumbramos o possível caráter rentista do enriquecimento via propriedade intelectual.

É como se o conhecimento desempenhasse o mesmo papel que a terra representou nos primórdios do capitalismo, quando ocorreram os primeiros cercamentos. Trata-se de um modelo cuja intensificação gera um cenário em que muitos trabalham para sustentar o modo improdutivo de quem vive de renda – tudo justificado pela propriedade privada, contemporaneamente cada vez mais sob a versão “intelectual”.

A pesquisa mostrou a relação entre a renda da terra e a “renda informacional”, que seria a renda da propriedade intelectual. Esse desenvolvimento teórico foi aplicado à situação concreta da “corrida quântica” com um estudo de caso. Os monopólios de conhecimento representados pelos títulos de propriedade intelectual acumulados por gigantes corporações tecnológicas parecem favorecer uma acumulação predominantemente rentista, em que aos “donos” da propriedade intelectual se paga o preço pela utilização de tecnologias e saberes tornados indispensáveis ao desenvolvimento econômico e social. 

Os países em desenvolvimento que não investem na criação e titularidade desse tipo de domínio permanecem no papel de pagadores, em vez de se tornarem credores e diminuírem o abismo que os separa dos países desenvolvidos. Em resumo, foi nessa direção que procurei reunir teoria e realidade prática contemporânea a fim de contribuir para estratégias brasileiras de posicionamento sobre o assunto, seja perante novos acordos de propriedade intelectual ou futuras políticas de acesso ao conhecimento científico.

Comunicação Social - Considerando o tema da sua tese, por que devemos pensar a informação como trabalho?

Larissa Ormay - Existem diversos conceitos associados à palavra informação. Eu utilizo uma abordagem teórica segundo a qual o que gera valor econômico é o trabalho. Considerando a informação como um processo de produção de signos, essa produção se expressa como trabalho quando inserida em uma relação economicamente produtiva. 

Sujeitos produzem significado partindo de conhecimento para gerar novo conhecimento. Isso é um trabalho imprescindível no contexto atual, quando mais do que nunca a informação parece ser o grande alvo de exploração econômica. A informação nesse sentido não é simplesmente um recurso, mas tempo de nossas vidas gasto como atividade produtiva, como trabalho semiótico.

Trata-se de uma concepção que procura enxergar a informação não como algo que existe em si, como tendo algum tipo de substância. Em vez disso, a informação seria um processo que necessariamente passaria pela nossa atividade mental de criação a partir de determinada materialidade.

Comunicação Social - Qual a importância do PPGCI Ibict/UFRJ para a realização do seu trabalho?

Larissa Ormay - O programa me ofereceu contato com uma interdisciplinaridade ímpar, o ambiente acadêmico ideal para quem pretende abordar questões complexas que envolvem o cruzamento de diversas áreas do conhecimento relacionadas à questão da informação. Tive ótimos professores e acesso à alta qualidade de ensino e pesquisa.

Acesse a tese "Propriedade Intelectual e Renda no Capital-Informação".

 

Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social

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No período de 18/11/2019 a 13/12/2019, estarão abertas as inscrições para o processo de credenciamento e recredenciamento de docentes nas categorias Permanente, Colaborador e Visitante, para o Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Conforme especifica o edital, os 28 docentes selecionados atuarão no quadriênio de 2020 a 2024. A iniciativa, que é foco da política de autoavaliação permanente do PPGCI IBICT UFRJ, está relacionada aos atos de credenciamento e recredenciamento do Programa. A política segue os parâmetros da Ficha de Avaliação do Comitê da Área Comunicação e Informação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), respeitando o equilíbrio entre 70% (para docentes permanentes) e 30% (para docentes colaboradores).

“A relevância do edital está ligada à política de transparência dos processos de coformação, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação das práticas docentes e de pesquisa dentro do PPGCI IBICT/UFRJ”, explica Gustavo Saldanha, pesquisador titular da Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação do Ibict (COEPE).

A avaliação dos candidatos inscritos será realizada por um comitê científico ad hoc constituído por docentes permanentes da atual composição do PPGCI e por integrante(s) externo(s). Entre os itens avaliados estão o currículo Lattes do docente candidato com produções entre 2017 e 2019, o quadro de publicações relevantes, o projeto de pesquisa, além de dados de impacto na sociedade, entre outros.

Poderão candidatar-se ao credenciamento e recredenciamento no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação docentes ou pesquisadores integrantes do quadro ativo da carreira do magistério superior em regime de trabalho de dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais na Universidade Federal do Rio de Janeiro, portadores de título de Doutor obtido no país ou no exterior e devidamente revalidado, ou portadores de notório saber ou livre docência nos casos reconhecidos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Desde que autorizados pela Comissão Deliberativa do Programa e sem que isso venha a estabelecer vínculo funcional com a Universidade Federal do Rio de Janeiro ou alterar o vínculo funcional previamente existente, poderão compor o corpo docente do Programa portadores do título de Doutor ou equivalente em variadas condições (consultar o edital para saber mais).

Para mais informações, acesse o edital clicando aqui.


Texto: Patrícia Osandón
Núcleo de Comunicação Social

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A 20a edição do Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib), principal evento da área no Brasil, aconteceu entre os dias 21 e 25 de outubro, em Florianópolis (SC).

O Enancib recebeu a submissão de mais de 30 trabalhos realizados por pesquisadores de várias áreas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

Um dos destaques do evento foi a participação do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e o Ibict.

A tese “Abertura e compartilhamento de dados para pesquisa nas situações de emergência em saúde pública: o caso do vírus Zika”, defendida por Vanessa de Arruda Jorge e orientada por Sarita Albagli recebeu a outorga do segundo lugar do Prêmio ANCIB de Dissertações de Doutorado, edição 2019.

A comunicação “A invenção da Ciência da Informação segundo Nicolas Roubakine (Rubakin)”, de Gustavo Saldanha, conquistou o primeiro lugar nos melhores trabalhos do GT1 (Estudos Históricos e Epistemológicos da Ciência da Informação).

O Ibict também se destacou no GT1 com a o trabalho “Informação, política e poder: 20 anos do conceito de regime de informação em Maria Nélida González de Gómez”, de Thiara dos Santos Alves, orientada por Arthur Coelho Bezerra.

A comunicação “Biblioteconomia negra brasileira: caminhos, lutas e transformação”, de Franciéle Carneiro Garcês da Silva, orientado por Gustavo Saldanha conquistou o primeiro lugar do GT6 (Informação, Educação e Trabalho).

Ibict: tradição em pesquisa

O professor Gustavo Saldanha, pesquisador titular da Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação do Ibict (COEPE) comemorou o resultado. “As premiações deste ano no Enancib, somada ao prêmio Capes 2019 de melhor tese na área Comunicação e Informação, demonstram a pujança e a qualidade da pesquisa do Programa em curso”.

Segundo o professor, o programa de pós-graduação do Ibict no Rio de Janeiro vem se reestruturando ao longo da década de 2010, com foco na qualidade da produção científica, na reconstituição de um corpo docente interdisciplinar e atento às transformações sociais e tecnológicas do mundo contemporâneo, na formação rigorosa de seus discentes e no impacto social de sua pesquisa.

“Hoje temos uma produção científica histórica e contemporânea reconhecida nacional e internacionalmente. Do ponto de vista histórico, temos uma parcela considerável de autorias e de trabalhos mais citados no território nacional em Ciência da Informação. No contexto atual, superamos a média de dois trabalhos científicos premiados por ano na década”, avalia Saldanha.  

Enancib 2020

Em 2020, o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Ibict comemora 50 anos. Para celebrar a data, o Enancib 2020 acontecerá no Rio de Janeiro (RJ). Para mais informações, acesse o site: http://ci50anos.ibict.br

 

Texto: Carolina Cunha
Núcleo de Comunicação Social

 

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