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O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia promove, na próxima quarta-feira (01/07), mais uma live QuartaàsQuatro. O tema do bate-papo é “Software Livre e a Gestão da Informação Nacional”.

Nessa edição, Milton Shintaku, Coordenador da área de Articulação, Geração e Aplicação de Tecnologia do Ibict (COTEC), vai conversar com Luana Farias Sales, Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão de Acervos do Arquivo Nacional e docente do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do convênio IBICT-UFRJ.

Softwares livres são programas para computador cujo código-fonte é liberado, isento de pagamento de licenças. Eles vêm se firmando como alternativas de governos do mundo inteiro e ganham cada vez mais importância na administração pública e em instituições brasileiras.

Milton Shintaku é Mestre e Doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB). No Ibict, liderou e implementou diversos projetos utilizando softwares livres como o Koha, TemaTres, Omeka, DSpace, CKAN, VuFind, Folio, entre outros.

Luana Farias é Doutora em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação do IBICT/UFRJ e Mestre em Ciência da Informação pelo convênio UFF/IBICT. Atualmente ela coordena a área de Acesso e Difusão de Acervos do Arquivo Nacional, órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública que guarda, preserva, dá acesso e divulga documentos públicos e privados.

A QuartaàsQuatro é uma série de conversas com especialistas promovida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

A transmissão ao vivo vai começar às 16h no canal de YouTube do Ibict: live.ibict.br.

Carolina Cunha

Núcleo de Comunicação Social do Ibict

Publicado em Notícias

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia promoveu ontem (24/6), mais uma live QuartaàsQuatro. O tema desta edição foi “Mudanças Climáticas: entre desinformações e desigualdades”, com Liz-Rejane Issberner e Philippe Léna.

Liz-Rejane Issberner é pesquisadora titular do Ibict e professora do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ibict. A pesquisadora realizou pós-doutorado pelo Institut de Recherche pour le Développement (IRD-Paris) e é doutora e mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Philippe Léna é pesquisador emérito do (IRD-Paris), possui graduação em História e Geografia (Sorbonne, 1970) e doutorado em Geografia Humana (Universidade de Paris I Panthéon Sorbonne, 1980). Desde 1980, o professor vem se dedicando ao estudo das contradições do desenvolvimento na Amazônia e às políticas públicas visando a sustentabilidade.

Para entender melhor como se constrói o negacionismo climático, Lená apresentou de forma detalhada a linha histórica que explica as dimensões do colapso ambiental no mundo. Ele também explorou o progresso nas discussões que apontavam para a importância das questões climáticas, que só se tornaram políticas em 1989, quando representantes de governo de 60 países se reuniram em Noordwijk (Holanda) para discutir o tema.

Para o pesquisador, o negacionismo do clima (corrente que não acredita no aquecimento global como consequência da intervenção humana, por exemplo) deve ser situado num contexto mais amplo, em que são levados em conta aspectos como exclusão social, globalização, rejeição às instituições e à ciência, desvalorização da tradição e insegurança em relação ao futuro.

“O negacionismo nasceu nos meios conservadores norte-americanos como uma reação ao crescimento das ciências ambientais que ameaçavam impor regulações e limitações à iniciativa privada”, informa Léna, que cita os fenômenos que compõe ou facilitam a expressão do negacionismo, como redes sociais, fake news, ceticismo generalizado e conceitos de pós-verdade e relativismo.

Liz-Rejane chamou atenção para as formas de desigualdade na produção das mudanças climáticas e sua dimensão jurídica. Ela explica que a justiça climática é englobada pela justiça ambiental, que trata de ações como invasão de territórios indígenas ou destruição de espaços com populações tradicionais para construção de represas.

Como exemplo, a professora apresentou dados e infográficos demonstrativos com as regiões do planeta e a quantidade de suas emissões totais de CO2. A partir destas informações, relacionou o nível de emissões às questões de renda e população e apontou que “o padrão de vida é um fator determinante no nível das emissões dos países”.

Para Liz-Rejane, as ações humanas em função da lógica utilitarista do mercado desencadearam uma crise ambiental sem precedentes. “Encontrar um caminho viável para o nivelamento da desigualdade é um dos maiores desafios deste século”, completa.

Confira abaixo o vídeo completo do encontro.

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

Publicado em Notícias

Para debater o tema “A visualização de dados e a construção de narrativas”, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) promoveu, no dia (17/06), mais uma live QuartaàsQuatro.

O evento contou com a participação do coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI), Tiago Braga, e Hesley Py, coordenador de Projetos da Superintendência de TI da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Hesley iniciou a discussão comentando a importância que os dados abertos têm neste contexto de pandemia. “É um momento muito propício para falarmos sobre visualização de dados. Antigamente tínhamos mais dificuldade de abordar o tema de forma que todos entendessem, mas com a pandemia, a população em geral quer saber, todos os dias, quantas pessoas estão sendo afetadas, curadas e se estão perto, por exemplo”, disse.

A visualização de dados consiste na representação visual de um conjunto de dados coletados, processados e confirmados, que permite a melhor compreensão das informações ali apresentadas (em forma de mapas, painéis, infográficos), bem como a comparação com dados de outras fontes oficiais, a leitura de outras perspectivas, o estabelecimento de relações entre elas e a tomada de decisão.

Hesley Py acredita que, com o progresso tecnológico, a forma com que os dados são visualizados foi se aprimorando e atualmente dispõe das mais variadas ferramentas que auxiliam pesquisadores e cidadãos em geral a obterem dados confiáveis, como o Sistema Aberto de Observatório para Visualização de Informações (Visão) desenvolvido em código aberto pelo Ibict.

Outra questão abordada por ele diz respeito ao aumento do interesse da sociedade na busca e análise de informações. “Nesse sentido, os dados abertos surgem como forma de questionamento e possibilidade de criar outras narrativas a partir de diferentes pontos de vista e que sejam menos influenciadas por uma única pessoa ou canal”, ressaltou.

Para Tiago Braga, a visualização de dados está associada ao empoderamento da sociedade e do cidadão como construtor de narrativas. “Temos, por exemplo, o processo da ciência cidadã, que é relativamente recente, mas já tem gerado avanços a partir do movimento da própria população para gerar e contribuir com a ciência”, afirmou.

Os participantes falaram ainda sobre acesso aberto, democratização de dados, fake news e excesso de informação, entre outros assuntos relacionados ao tema.

Para saber mais, assista ao vídeo completo abaixo:

Lucas Guedes
Núcleo de Comunicação Social do Ibict

Publicado em Notícias

A próxima live QuartaàsQuatro do Ibict acontece dia 17/06, às 16h.

Tiago Braga, coordenador-geral de Tecnologias da Informação e Informática do Ibict (CGTI) e Hesley Py, coordenador de Projetos da Superintendência de TI da Agência Nacional do Petróleo (ANP) conversam com público sobre o tema “A visualização de dados e a construção de narrativas”.

 

 

Live QuartaàsQuatro do Ibict, com Tiago Braga e Hesley Py
17/06, 16h
Transmissão ao vivo no canal do YouTube do Ibict 

 

Publicado em Eventos
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