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IBICT divulga publicações durante o III Seminário Internacional de Preservação Digital

IBICT divulga publicações durante o III Seminário Internacional de Preservação Digital

Publicações divulgadas durante o evento

 

O III Seminário Internacional de Preservação Digital foi marcado por várias atividades simultâneas. Durante três dias, no auditório da Presidência da República, no Anexo I do Palácio do Planalto, pesquisadores brasileiros e internacionais trocaram experiências entre os usuários dos sistemas voltados à comunicação e à divulgação científica, tecnológica, administrativa e governamental. Na ocasião, foram divulgadas as publicações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), como o Guia do Usuário do Archivematica; o Guia de Instalação e Configuração Archivemática /AToM; o Guia do Usuário AToM; o Guia do Usuário do Koha; e o Guia do Usuário do CKAN.

O painel “Tecnologias e Sistemas de Apoio a Publicações” contou com a participação de Araceli Olivo Botas,  sócia-diretora da eScire México e especialista em projetos de consulta a bases de informações e difusão de publicações.  Em sua palestra, Tecnologias y Sistemas de Apoyo a Publicaciones,  Araceli Olivo disse que a “velocidade nem sempre é o melhor amigo da preservação, assim como as licenças fechadas e privadas”. Ela falou também sobre as alternativas existentes para facilitar os processos de geração de arquivos XML, além de outras reflexões.

O coordenador de Articulação, Geração e Aplicação de Tecnologia do IBICT, Milton Shintaku, falou sobre o DOI - Digital Object Identifier - um padrão para identificação de documentos em redes de computadores, como a Internet.   Segundo ele, no Brasil, o DOI ainda é uma novidade, pois grande parte das revistas não utiliza o identificador; mas ressaltou que “muitas pessoas agora estão migrando para ter o DOI”.

“O DOI é um identificador digital para objetos que preserva os metadados dos objetos identificados e remete à página deles. O DOI é internacionalmente aceito e oferta visibilidade para o objeto identificado. Qualquer objeto, como periódicos científicos, fascículos, artigos, figuras, livros, anais de eventos, entre outros que necessitem identificação digital, pode ter o DOI, desde que seja pelo acordo entre a ABEC, o IBICT e a Crossref”, salientou Shintaku.

Suely de Brito Clemente Soares, sócia-proprietária da Content Mind e secretária-geral da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), discursou sobre “Como [e por quê?] otimizar publicações em OJS”.  Segunda ela, editores, em geral brasileiros, continuam publicando suas revistas na web em formato impresso. “Ou seja, estão usando a web como uma impressora na maioria das vezes. Então, essa é a provocação que gostaria de fazer”, ressaltou. Ela complementou dizendo que existem várias funcionalidades que podem ser utilizadas, em sua maioria free, além de alavancar e utilizar as publicações em OJS e outros sistemas. Na ocasião, Rui Seabra, presidente da ABEC, discursou sobre Políticas e Gestão de Revistas.

O evento prossegue até amanhã (5).

 

Daniela Cunha

Núcleo de Comunicação Social do IBICT

Data da Notícia: 04/05/2017 11:50