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Sala de Imprensa

14/04/2014

Governo reforçará pesquisa com foco em competitividade, diz Campolina

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, disse nesta sexta-feira (11), em Belo Horizonte, que o governo federal trabalha na criação de amplo plano de ação para impulsionar as atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) a fim de contribuir para o aumento da competitividade da indústria brasileira em escala internacional.

http://www.capes.gov.br/36-noticias/6897-programa-capescofecub-seleciona-projetos-de-pesquisa-entre-ies-do-brasil-e-da-franca

 

Ministro Campolina e presidente do CNPq visitam nova sede da Fapemig

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, e o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, visitaram, na tarde desta sexta-feira (11), as obras da nova sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/1828211

 

Programa Capes/Cofecub seleciona projetos de pesquisa entre IES do Brasil e da França

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulga nesta sexta-feira, 11, o edital n° 19/2014, referente ao Programa Capes/Cofecub, que selecionará projetos conjuntos de pesquisa e parcerias universitárias com vistas a fomentar o intercâmbio entre instituições de ensino superior (IES) e institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento públicos brasileiros e franceses

http://www.capes.gov.br/36-noticias/6897-programa-capescofecub-seleciona-projetos-de-pesquisa-entre-ies-do-brasil-e-da-franca

 

SBPC envia carta para o deputado Ricardo Trípoli

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) enviou carta ao deputado Ricardo Trípoli com uma lista das proposições que estão em tramitação na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados, e que são de interesse da entidade. Segundo a carta, a SBPC está à disposição para participar dos debates sobre tais matérias.

http://www.sbpcnet.org.br/site/noticias/materias/detalhe.php?id=2677

 

Arena abre espaço para sociedade debater o futuro da internet

Espaço ArenaNETmundial do Participa.br estará aberto ao público em São Paulo, nos dias 22 a 24 de abril http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2014/04/arena-abre-espaco-para-sociedade-debater-futuro-da-internet Abertas as inscrições para 5ª Confoa, em Portugal Estão abertas até o dia 23 de maio as inscrições para os trabalhos na 5ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (Confoa), evento que será realizado este ano na Universidade de Coimbra, em Portugal, de 6 a 8 de outubro deste ano.

http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5458:abertas-as-inscricoes-para-5o-confoa-em-portugal&catid=1:latest-news

 

O ESTADO DE S. PAULO - SP - ECONOMIA & NEGÓCIOS

Governo terá novo programa de incentivo a inovação Três editais serão lançados nos próximos dias com o objetivo comum de financiar projetos de tecnologia e inovação industrial O governo federal vai lançar três editais nos próximos dias para estimular o setor de ciência e tecnologia e também a inovação industrial. Segundo afirmou ao ‘Estado’ o novo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clélio Campolina, as medidas foram “demandadas” pela própria presidente Dilma Rousseff e deverão “irrigar o sistema científico e tecnológico” neste ano. Os três editais têm como objetivo comum o estímulo financeiro aos laboratórios, institutos e universidades públicas e à pesquisa científica e tecnológica. O primeiro edital será voltado ao programa Pro Infra, conduzido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que vai financiar projeto s de implantação, modernização, ampliação e recuperação de infraestrutura física de pesquisa nas instituições públicas de ensino superior e de pesquisa. Nos últimos anos, esse programa ofereceu linhas de R$ 300 milhões a R$ 500 milhões. O ministro não antecipou valores. Outro edital será para a renovação e formação de novos institutos nacionais de ciência e tecnologia, que desenvolvam pesquisas em áreas estratégicas para o ministério, como biotecnologia e mudanças climáticas. O terceiro edital que será lançado pelo governo refere-se à contratação de trabalhos no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), voltado à formação de pesquisadores. “A partir do lançamento dos editais, o sistema brasileiro, que envolve pesquisadores, técnicos e cientistas, já começa a se mover, preparar projetos e pesquisas para participar dos programas e isso faz mover o conhecimento no País imediatamente”, disse Campolina. Ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ele assumiu o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação há um mês. É o terceiro a comandar a pasta na gestão Dilma Rousseff. Antes dele, ocuparam o cargo Aloizio Mercadante e Marco Antônio Raupp. Energia. Na entrevista ao Estado, a primeira desde que assumiu o ministério, Campolina também mostrou interesse do governo em discutir o fomento a energia nuclear como forma alternativa de gerar energia elétrica no País. “A energia nuclear tem uma grande trajetória tecnológica, mas novos avanços podem trazer mais segurança, algo importante no Brasil. Precisamos sempre identificar outros caminhos energéticos, não podemos investir em uma trajetória única”, disse. Desde o ano passado, o governo Dilma Rousseff iniciou uma lenta reformulação institucional da área nuclear no campo federal. A direção da estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) foi trocada, de forma a dar mais agilidade para o órgão, que detém o monopólio da cadeia do urânio, crucial para geração de energia nuclear. O Palácio do Planalto também deseja criar uma agência reguladora de energia nuclear, absorvendo áreas que hoje fazem parte da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O novo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação também defendeu um estímulo maior ao desenvolvimento da biotecnologia no País. “A biotecnologia não necessariamente precisa ser trabalhada de forma única, mas precisamos envolver tudo, desde a área de fármacos até a agricultura, passando pela questão ambiental. Estamos desenhando um projeto especial para a biotecnologia na Amazônia.”